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Frase de Tiago Amaral

Carta de Amor A Minha Amada Tão bem pensar em ti me faz, amada minha. Cujo no coração guardo com amor o que só a ti pertence, todo meu amor. Nada me faz suspirar do que saber da tua existência. E que tal coração jamais terá outra dona, jamais, se não a ti, minha amada Carolina. Sendo então o que jaz aqui, é tão meu quanto teu, só teu. O maior bem para o homem é a beleza, alma e o coração, da mulher amada. Sendo então meu amor tu o meu maior bem. A coisa mais preciosa que em meu coração passou e nele eternamente repousa. Então Carolina, minha amada Carol, escrevo-te essas singelas palavras na qual da alma, expresso-me apaixonado. Que mesmo no momento de saudade e angustia, o mais rápido e puro ato de em lembrar de ti, já me faz suspirar, amada minha. Meus pensamentos são guiados pelo teu cheiro suave de rosas e tão puro quanto o orvalho. Sentia então tão forte tua alma composta por versos e lirismos, no qual em minha alma sentia-se pela sua, um puro e intenso amor. Batia então em meu coração uma forte e pura emoção de saber que sempre te amarei meu amor, sempre te amarei minha flor. Cujo as vezes te vejo cercada de flores, cuja tua beleza tem-se mais beleza que todas elas juntas. Então minha amada cujo esses versos nascido da alma de teu eterno enamorado, a ti dedico e te eternizo. Quão belo seria o destino no qual juntos e unidos permaneceríamos, casados de corpo e alma. Eternamente unidos no amor, minha flor, meu amor.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.