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Frase de Tiago Amaral

Artes Para Moscas Isso que é arte hoje e que somos obrigados a engolir. Como artista plástico fico revoltado. A falta de criatividade e a lavagem cerebral de esquerda no intuito de te transformar em algo abaixo de um animal. Leva a esse tipo de exposição como a de um homem completamente nu onde pessoas inclusive criança são convidadas a tocar em um homem com manjuba a mostra. E se você reclama é você o taxista, nazista, racista, etc. Se você ver um homem enrabando um animal uma cabra, vaca etc numa exposição e você ver zoofilia nisso é você o nazista e todos os istas possíveis e existente. A sim também como a gozação com crenças religiosa com a crença do nosso povo e se você ver algo de errado é você o homofônico, sambista, taxista, nazista, todos os istas. O único direito que o cidadão tem nesse país de merda é o de trabalhar feito um jumento durante toda a semana e pagar imposto como um condenado. E não ter cultura de verdade, saúde, educação, segurança. Ser tratado como um bicho em posto de saúde, ter seus bens roubados, levados em um a salto cujo o ladrão tem mais direito que o cidadão. Você não tem nem o direito de se revoltar com uma exposição cujas crianças brincam com a manjuba de um homem nu. Essa é a cara da nova arte cujo intuito é a mesma lavagem cerebral de esquerda. Te transformar numa besta em algo abaixo de um animal e seu único direito nesse país é o de não ter valor nenhum e trabalha feito um condenado ater a morte.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.