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Frase de Eu me chamo Antônio

Respira fundo: pela frente ainda tem Respira fundo: pela frente ainda tem muito mundo. reencontro você em outra despedida. Não era amor Era um sentimento muito mais bonito Um sentimento nascido no meio de um término Sem ter no mínimo tido tempo de ter se feito compreendido Ah, se todo amor fosse correspondido... Mas enfim, não era amor, era um sentimento muito mais bonito E as coisas precisam nascer de algum jeito Nem que seja para morrer, logo ali, no seu peito Nem que seja para renascer, bem aqui, por respeito Ou se esconder em nós até que um de nós resolva se desatar Em tantos Em tontos Em prantos E pronto: Estamos felizes novamente! Pra que chorar? Se nem a sua lágrima sabe por que cai Sem nem a sua mágoa sabe quem é seu pai Se nem a sua dor sabe por que ai! Se nem o seu passo sabe por que vai Gostava de você quando dávamos as mãos E andávamos bêbados pelos becos Gostava de você quando eu soltava a sua mão Para escrever: não era amor E você soltava da minha Para completar: era um sentimento muito mais bonito E a gente ria. E não se amava. Éramos muito mais bonitos. Na falta do que fazer, fizemos saudade. coração não faz sentido nem bate continência.

Eu me chamo Antônio

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Pensador.com

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Outras frases de Eu me chamo Antônio

Rasguei a minha timidez para costurar eu te amo.
O remorso de não ter tentado talvez seja a dor mais dócil, aquela que te castiga a distância: sem te tocar. Mas dói o tanto quanto. Ou talvez um pouco mais. E fere o tanto quanto. Ou talvez um pouco menos. E não cicatriza. Ou talvez sejamos nós que não sentimos sua costura. cora…
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O remorso de não ter tentado talvez seja a dor mais dócil, aquela que te castiga a distância: sem te tocar. Mas dói o tanto quanto. Ou talvez um pouco mais. E fere o tanto quanto. Ou talvez um pouco menos. E não cicatriza. Ou talvez sejamos nós que não sentimos sua costura. coração vazio: todo cuidado é oco.

Ontem, ouvi o mundo desabar e você estava nele. Magnífica, imensamente magnífica, feito uma águia que cruza pela primeira vez a primavera dos céus de Paris. Exuberante, imensamente exuberante. E esperançosa. Sim, imensamente esperançosa. Quem ama (ou voa) sempre encontra uma sobr…
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Ontem, ouvi o mundo desabar e você estava nele. Magnífica, imensamente magnífica, feito uma águia que cruza pela primeira vez a primavera dos céus de Paris. Exuberante, imensamente exuberante. E esperançosa. Sim, imensamente esperançosa. Quem ama (ou voa) sempre encontra uma sobra de esperança que cobra nossas atitudes e cobre os nossos medos com lençóis abençoados de coragem. Eu ainda espero as suas sobras de esperança e coragem. Somos imbecis, meu amor. Dois belíssimos imbecis vagando por este mundo que desaba, interpretando os sinais vitais e os eteceteras e tais que a vida nos dá: o amor, por exemplo. Nos escombros, seus ombros feridos ainda me dão aquela esperança. Sim, aquela magnífica e corajosa esperança. Paris, em ruínas, continua iluminada. Às vezes, o destino dá um nó(s). É aí que os nossos caminhos se cruzam.