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Frase de Airton Soares

DANUZA LEÃO .⁠ Morre Danuza Leão! Modelo e jornalista Júri na televisão Promoter e ainda cronista... Dizer tudo que ela fez Não há espaço dessa vez Tem de ser noutra lista! ........... 22.06.2022

Airton Soares

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Airton Soares

EXAGERO? . Sou um assíduo faltoso às páginas do Instagram. Outros afazeres me distanciam desse saudável convívio. Também preciso dizer: me pelo de medo de ficar viciado.
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EXAGERO? . Sou um assíduo faltoso às páginas do Instagram. Outros afazeres me distanciam desse saudável convívio. Também preciso dizer: me pelo de medo de ficar viciado. . Dia desses, li numa revista que é mais fácil deixar de fumar e de beber do que largar o vício de frequentar estas ferramentas sociais. Será que o articulista da revista exagerou? Bah! cada um que tire suas conclusões.

⁠O QUE ME IRRITA MESMO... . Há certas coisinhas que acontecem no nosso dia a dia que nos deixam visivelmente irritados: ir ao cinema e ter o azar de sentar ao lado do indivíduo que nos antecipa as principais cenas do filme.
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⁠O QUE ME IRRITA MESMO... . Há certas coisinhas que acontecem no nosso dia a dia que nos deixam visivelmente irritados: ir ao cinema e ter o azar de sentar ao lado do indivíduo que nos antecipa as principais cenas do filme. . Ou, então, uma pessoa bem alta senta na poltrona à nossa frente; o mastigado crocante - também no cinema - dos comedores de pipoca ou do ploc-ploc dos chicletes; rangido de porta, nos escritórios, enquanto aguardamos ser atendidos; em casa, apressado para sair, na hora de pôr perfume, a tampa do frasco escorrega, rodopia no chão e vai repousar lá no cantinho embaixo do guarda-roupa ou de outro móvel qualquer; concordar com pessoas que nos pedem opinião, mas que, na verdade, precisam é de apoio moral. . O que irrita mesmo é subir no ônibus e aguentar, sem poder dizer nada, aquelas pessoas que demoram uma eternidade na roleta pagando a passagem. . Um dia desses, final de tarde, observei: uma senhora gorda, bem parecida, apresentado sinais visíveis de neurose, aproximou-se da roleta e tentou nervosamente abrir a primeira bolsa. . Depois dessa, havia aquela bolsinha onde elas guardam moedas. Mexeu, remexeu, e nada de as moedas aparecerem. . Em cima da gaveta do trocador havia de tudo. Um verdadeiro bazar: amostra de tecidos, grampos enferrujados, pente, botões, sianinhas, carnê do Baú da Felicidade. O que se pudesse imaginar estava ali exposto na mesinha do trocador. . O tempo foi passando, passando (como é seu costume), e eu me enervando. A essa altura, já me sentia uma bomba. Só faltava explodir. Não demorou muito. Chovia e ainda não me encontrava sequer dentro do ônibus. Muni-me de paciência - qualidade rara hoje em dia - e suportei heroicamente a primeira etapa dessa angustiante maçada. . A segunda etapa vai do momento em que ela retira a moeda da bolsinha, até o pagamento propriamente dito. . Não entrarei em minúcias, por questão de brevidade. Bom, depois da longa "lengalenga", pudemos respirar naturalmente. Pensamos nós, passageiros. . Mas que nada. Aconteceu o inesperado: a bolsa da dita enganchou na roleta e começou o puxa-puxa. Puxa daqui, puxa de lá, e eu sei, gente, que finalmente chegou a minha vez de pagar. . Meti a mão no bolso para tirar a carteira, tentando ser mais rápido que todo mundo, querendo, com isto, me vingar mentalmente... Não a encontrei. Se não fosse minha timidez congênita, teria feito aquele escândalo. . Pior do que tudo isso, e já não era pouco, os outros passageiros, saturados pela gorda, não compreenderam meu problema - o roubo da carteira - e começaram a me xingar deliberadamente. . Essa não! Aí não prestou! Um verdadeiro disparo - de blasfêmias - cruzou no ar, juntamente com bofetes e encontrões. Estava todo mundo ababelado, à mercê do que desse e viesse, quando de repente ouviu-se o disparo de um revólver. Ficamos estáticos, pálidos, mal respirávamos. . Poucos minutos depois, cada um de nós olhou para a cara do outro, meio sem jeito. Era como se quiséssemos inquirir: - Precisava de tudo isso!? Um pouco mais de calma não teria resolvido a questão? Mas agora é tarde demais. . O silêncio é rompido pelo autor do disparo, um guarda da Polícia Civil, que falou com aspereza: - O coletivo está detido e vai agora mesmo para a delegacia! . Chegamos. O delegado, como sempre, fez perguntas de praxe e no final não deu em nada. Algumas multas, advertências e pronto. Uma história a mais dos propalados transportes coletivos. Fim de linha, fim de conversa! ........ 1977

FEIRA LIVRE . ⁠A feira livre de Ipu
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FEIRA LIVRE . ⁠A feira livre de Ipu Ocorre toda semana Vem sacoleiro de fora De ruma, feito gincana Fincados no Shopping Chão Vendem de tudo, de montão A precinho de banana ........ Ipu - Ceará

⁠ HUMORISTA .
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⁠ HUMORISTA . Morre Paulo Diogénes E “do riso fez-se o pranto” Vai com ele ‘Raimundinha” Para o nosso desencanto. Parte na flor da idade ( 62 ) Deixa tristeza e saudade Pondo a alegria no canto!