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Frase de José Rodrigo

⁠”Coragem Não Recompensada” Sou um cara extremamente tímido. Tenho muitas vontades, mas pouca coragem. E nas poucas vezes que tive coragem… me decepcionei. Talvez seja por isso que eu seja assim. Ou talvez… esse seja só o meu jeito mesmo. Amanhã, talvez eu encontre o menino em quem investi toda a minha coragem. O menino que me tirou de mim. Aquele por quem tive o maior empenho da minha vida. E eu não sei… não sei com que cara vou olhar pra ele. Aliás, nem sei se vou conseguir olhar. O que eu queria mesmo era matar ele. Não a pessoa dele. Mas matar ele dentro de mim. Quero que ele deixe de existir aqui dentro. Quero apagar tudo o que me faz lembrar. Sinto culpa. Por tudo. Porque fui eu que dei esse poder a ele. Dei a ele o poder de me destruir. Lutei contra mim mesmo. Achei coragem onde não tinha. Entreguei aquele maldito bilhete. Entreguei o que eu tinha de mais honesto. E ele… simplesmente ignorou. Ele deu sinais. Eu juro que vi. Ou talvez não. Talvez o tolo tenha sido eu. Talvez eu tenha imaginado tudo. Visto coisas onde não havia nada. Talvez eu tenha sido só um emocionado. Um bobo. Mas uma coisa eu sei que fui: fui corajoso. E, às vezes, a coragem não serve pra nada. Principalmente quando ela só leva a gente ao engano. Seja o engano do outro… ou o nosso próprio. Eu não sei o que rolou ali. Na verdade, eu não sei de quase nada. Achei que sabia muito. Mas agora, com muita dor, eu aprendi: não sei de nada.

José Rodrigo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Escrevo sentimentos e romances caóticos, dos quais, muitas vezes, me envergonho. São textos que carregam pedaços de mim, ou talvez sejam retratos distorcidos do que acredito ser. No fundo, nem eu sei ao certo. Existe um medo silencioso em revelar o que realmente sinto, como se m…
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⁠Escrevo sentimentos e romances caóticos, dos quais, muitas vezes, me envergonho. São textos que carregam pedaços de mim, ou talvez sejam retratos distorcidos do que acredito ser. No fundo, nem eu sei ao certo. Existe um medo silencioso em revelar o que realmente sinto, como se me expor fosse me despir demais. Talvez, um dia, eu encontre coragem para mostrar esse lado tão profundo e sensível que escondo do mundo. Sim... talvez. Apenas talvez.

⁠”O Encontro com a Realidade” Estou destruído, como se uma parte de mim tivesse sido arrancada, e tudo que eu sou hoje é um pedaço quebrado, sem rumo, sem identidade. Não entendo o que está acontecendo comigo. A dor da rejeição é insuportável, ela consome cada parte de mim, me f…
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⁠”O Encontro com a Realidade” Estou destruído, como se uma parte de mim tivesse sido arrancada, e tudo que eu sou hoje é um pedaço quebrado, sem rumo, sem identidade. Não entendo o que está acontecendo comigo. A dor da rejeição é insuportável, ela consome cada parte de mim, me faz questionar tudo o que eu acreditava ser verdade. Não sei como lidar com essa sensação de estar invisível, de não ser digno de atenção, de ser um ser que só sabe amar, mas nunca ser amado de volta. Eu me entrego, me entreguei de corpo e alma, e tudo o que recebo é indiferença. Eu sou aquele tipo de pessoa que ama sem esperar nada em troca, que sempre se doa, mas que nunca recebe nada em troca. Estou cansado. Cansado de ser o que ama, mas nunca o que é amado. Quero ser visto, quero ser desejado, quero me sentir importante para alguém. Não quero mais ser apenas um espectador da vida dos outros, quero ser parte de algo, quero alguém ao meu lado. Eu preciso de alguém. Eu preciso sentir que minha existência tem algum valor. Mas a solidão… a solidão é uma companhia constante, uma sombra que me persegue dia após dia, ano após ano. Eu não sei mais o que fazer com ela. Cada dia parece uma condenação, cada hora, uma eternidade. Não sei mais o que fazer com essa dor que me consome, com esse vazio que parece crescer dentro de mim. Eu só queria que alguém me visse, me tocasse, me amasse. Eu só queria ser mais que um fantasma na vida das pessoas.