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Frase de Raposa ( Igor Improta Figueredo)

Olhe para cima e veja! Um tijolo aqui, uma ferramente ali. Eles constroem, consertam, empilham... Olhe para os lados agora! Um tijolo ali, uma ferramenta aqui, eles destrói até que o ar vire ruína! (Raposa)

Raposa ( Igor Improta Figueredo)

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Raposa ( Igor Improta Figueredo)

Tive varias paixões de todas delas me esqueci, mas não há amor maior do que meu amor pelas letras! Cada virgula e ponto; Cada exclamação! Queria dar mais de mim...
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Tive varias paixões de todas delas me esqueci, mas não há amor maior do que meu amor pelas letras! Cada virgula e ponto; Cada exclamação! Queria dar mais de mim... ( Raposa )

Tive varias paixões de todas delas me esqueci, mas não há amor maior do que a vida que eu vivi! Correndo por esses campos, colhendo os frutos da terra... Me apaixonei pelo seu encanto, o cheiro forte da relva.
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Tive varias paixões de todas delas me esqueci, mas não há amor maior do que a vida que eu vivi! Correndo por esses campos, colhendo os frutos da terra... Me apaixonei pelo seu encanto, o cheiro forte da relva. Com um “badogue” pendurado na cintura e uma mira certeira. Todas as pombinhas que eu via iam parar assadas na fogueira! Não tive sapatos bons, muito menos esses tênis de marca! Mas acredite meu amigo, o medo já me fez andar poucos passos sobre as águas. O sal grosso já atingiu o meu traseiro, O chumbinho já me passou raspando! Foi aquele vizinho traiçoeiro, Que me pegou roubando! Era divertido aquele tempo, mas eu não posso me esquecer, Aquelas noites mal dormidas por não ter o que comer! Minha mãe muito debilitada não conseguia esconder, O câncer a destruía e foi triste vê-la morrer! A cidade grande não era muito agradável, pouco eu tinha o que fazer... Abandonei meus amigos, minha antiga vida. Muito eu tinha o que aprender! Logo arrumei trabalho e a noite eu estudava. Ir para a escola era difícil, cansado do trabalho exaustivo, o sono me abraçava. Conclui o segundo grau e sei que isso não é o bastante... Mas sem dinheiro para pagar uma faculdade como eu seria um estudante? As Universidades Federais eram/são complicadas de mais para ingressar, lembro-me do fraco ensino das escolas pública, não daria nem para cheirar a prova do vestibular! O meu sonho é e sempre foi cursar Letras, mas isso eu ainda posso fazer... Hoje me sobra tempo, eu não tenho mesmo nada a perder! Filhos criados e uma esposa que sabe se cuidar; Um dos filhos é promotor e não para de trabalhar. Eu já disse: “A vida é curta, cuidado para não abreviar!”. O outro é um artista do meio musical, não ganha muito, mas é feliz, sempre de bom astral! Às vezes precisa de uma ajuda, e eu como um bobo pai empresto aquele “real”. Nunca recebo de volta, mas a mim não faz mal! Minha vida é e foi sempre assim simples, e da mesma forma, simples, é que eu escrevo! Um pouco da minha vida escrita em singelos versos, Sou o sonho de um, a vida de um, um escritor sincero! Eberaldo Martins o seu amigo Raposa.

Biografia Nascido em 07/05/1960 no interior da Bahia (Local ainda desconhecido), conhecido na sua terra natal como Raposa, pelo seu costume de andar no mato quando criança caçando pequenas aves e por roubar galinhas no quintal dos vizinhos, costume o qual perdeu quando foi morar…
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Biografia Nascido em 07/05/1960 no interior da Bahia (Local ainda desconhecido), conhecido na sua terra natal como Raposa, pelo seu costume de andar no mato quando criança caçando pequenas aves e por roubar galinhas no quintal dos vizinhos, costume o qual perdeu quando foi morar com sua tia na capital Salvador – BA. Eberaldo Martins nasceu e cresceu num ambiente hostil, duro para se viver. Sua mãe Augusta Martins morreu quando Eberaldo tinha 19 anos, forçando-o a ir morar com sua tia, terminando os estudos na capital aos 23. Sem nenhum curso de graduação Eberaldo começa a escrever seus pensamentos, tenta ser colunista em um jornal, mas com o seu baixo nível acadêmico não consegue. No auge dos seus 51 anos, Eberaldo descobre a internet, então passa a ter como seus leitores os internautas.