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Frase de Nana Calorina

Todo dia eu acordo e já não realmente importa se agora é a faculdade o que antes era a escola. Continua sendo sempre a mesma coisa, o mesmo dia. Se por descaso ou por faltas, as notas não vão bem, em casa não faz diferença, ninguém espera que eu vá mais além. Eu não entendo esse vazio tão cheio, a agonia da falta de não ter. E eu não sinto e não entendo o meu presente. Não quero aquilo que não posso escolher. Minha mãe, sempre ocupada, só me encontra quando vai fazer as unhas ou o cabelo no salão. E o meu pai acha que se eu tivesse nascido homem, o estudo importaria bem mais do que a boa educação. E a empregada acha estranho minha maneira de conversar, mas sabe que é só com ela que eu sou sincera ao falar. No fim de semana quando eu saio, eu procuro coisas novas. Novas drogas, novos homens, pra tentar me fazer sentir. E quando já é de manhã, e eu volto pra casa, não há nada além de lágrimas, não há palavras pra exprimir. Então eu choro, choro e tento entender o que acontece... Mas eu não entendo. (Adap. Madalena - Unidade Imaginária)

Nana Calorina

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Carrego uma sede de liberdade. Não aguento mais essa espera contínua para viver, existir cansa. A vida é efêmera. Em um piscar de olhos já não estarei mais aqui. E levarei comigo apenas um conjunto de decepções e sonhos jogados no lixo. Os carregarei comigo até o túmulo, junto co…
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Carrego uma sede de liberdade. Não aguento mais essa espera contínua para viver, existir cansa. A vida é efêmera. Em um piscar de olhos já não estarei mais aqui. E levarei comigo apenas um conjunto de decepções e sonhos jogados no lixo. Os carregarei comigo até o túmulo, junto com a certeza de que tive uma vida desperdiçada.

Hoje é um daqueles dias reservados apenas para a minha individualidade. Dia do qual tudo o que eu quero é ficar na cama até as 14h, levantar para tomar uma xícara de café, ligar o som alto e pensar na vida sem ninguém pra me atrapalhar. Passar o dia inteiro com uma roupa velha e…
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Hoje é um daqueles dias reservados apenas para a minha individualidade. Dia do qual tudo o que eu quero é ficar na cama até as 14h, levantar para tomar uma xícara de café, ligar o som alto e pensar na vida sem ninguém pra me atrapalhar. Passar o dia inteiro com uma roupa velha e aproveitar para mudar esse branco sujo e velho da parede por uma cor que me dê vontade de viver. Depois de tocar violão por horas, deitar na rede e ler um livro, observando as nuvens enquanto troco de página. Hoje é um daqueles dias em que a única pessoa que eu quero ver e conversar, é aquela que eu vejo quando olho no espelho.