Frase de Diogo Pedro
Balança, balança, mas nem um enjoo eu consigo sentir, nem sequer uma tontura pra me mostrar que está balançando. Só quando desço do patamar sinto e caio de uma só vez no chão. Não consigo adivinhar e muito menos sentir o que vou viver, por que tanto mistério? Se existe algo que não sou capaz é de adivinhar algo à minha frente, quem dera distante. Se não vejo o que vem vindo, aguardo sua chegada e se mesmo assim não o ver, eu controlo minhas palavras. Vai que em uma dessas eu me engane e acabo chamando minha avó de “e aí, mano”, vai que um dia desses dou um simples “Tchau” para quem está esperando um “Beijo”.
No pensador.ai desde