Frase de Janice F Rocha
Lembro que o Ara Ketu estava no auge. Era 1995… o país dançava, as rádios tocavam “Sempre Será”, e, sem que eu soubesse, aquela melodia se tornava a trilha do meu próprio destino. Cada verso parecia falar de nós, mesmo antes de nós existirmos. Quando a música dizia “Tenho amor demais pra dar”, era como se meu coração respondesse em silêncio. E hoje, tantos anos depois, cada vez que ela toca, sinto que o tempo volta pra aquele instante — o primeiro olhar, o arrepio, o pressentimento de um amor que viria pra ficar. Porque o que nasceu em 1995, entre notas e promessas, ainda pulsa… e sempre será.
No pensador.ai desde