Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
UM AMOR NATURAL DE SÃO PAULO Ah, amor doído, me maltrata Saber que fui apenas recreio Que inda arde no peito, creio Que a dor me teimará ingrata Com o engano, verídica errata Ardo na agrura e no devaneio Mas com o tempo, tu, receio Irá se calar na súplice serenata Os teus olhos deixarão de ser: A força e planos no meu olhar Tudo gira, no eterno aprender Nego-te o meu sofrer e pesar Se lamento é para te esquecer Nesses versos de amor e amar! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado Agosto de 2020, 31 – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde