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Frase de Barroes

Paraíso Aquela velha luz quebrada Eram meus dois castanhos olhos Quando eu ainda podia te ver Fechando a porta pelo lado de fora Por hora um olhar que jamais esquecerei Que persiste no intimo do meu ser Esta corroendo me noite e dia Cegando ao poucos minha alma Você nunca me disse um adeus Porque, porque, porque? Perdi neste jogo do amor? Perco tudo quando lhe perco Olhe para mim, não sou forte assim Olhe, estou tropeçando estou caindo Estou morrendo pelo lado de dentro Sangro tristes sentimentos Deixando apenas um espaço vazio Que não mais consigo suportar Estou aqui e todos os dias choro Sem conseguir meu coração acalmar Há razoes que me fazem chorar Até o confim da minha eternidade Luz. ó luz não consigo te encontrar Em meio a esta forte tempestade Preciso do teu único abrigo Da chuva de lagrimas que cai Enquanto o livro dos sonhos se fecha Neste malvado jogo do amor A única maneira agora é só chorar Com uma única gota de lagrima Vou engolir seu amargo olhar E o tempo que não cura essa dor Não quero que o mundo assim me veja Ando perdido sem saber o meu destino E só agora que eu percebo tudo isso Será que serei por ti ainda encontrado Tento encontrar alinha do teu tempo O meu futuro eu ainda não sei ler Mas conceda me um lindo amanhecer Uma nova chance, um novo viver Dei me tuas asas para até o teu céu voar Onde o sol a cada pagina virada vira brilhar E as estrelas dentro de nos iluminar Dai me o teu paraíso e nele eu possa repousar

Barroes

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Pensador.com

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Outras frases de Barroes

Meu amor, só o tempo é que pode roupar você de mim.
vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação;
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vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação; Apenas meu espírito hiberno na solidão. Encontro minhas forças na solidão; Não tenho medo das fortes ventanias; Mas da saudade que me escraviza; E na covardia faz calar meu coração. O tempo vai passando sem dar explicação; Engraxando de resignação meu destino; aponta na repartição as falhas do meus cabelos; Enfraquecendo meu vigor, apagando meu lampião. No escuro caminho sem ter satisfação ; Penetra no pulmão o ar da condenação; Palpitando no meu coração a destruição; Libertando para o domínio eterno, a solidão.

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me;
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Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me; Perdido na conexão do destino. Repousa as heras da carência afetiva; Segurando nos tentáculos da minha alma; usufruindo dos seus benefícios; Amortizando a docência da decência. rasgando no deleito meus princípios; assoprando um vazio no meu viver; desordenando e tumultuando a harmonia; Petrificando meu pobre coração. Rescindindo meu singelo olhar; Meu ingênuo modo de amar; Angustiando com ilusões a felicidade; Que jamais a verei novamente.