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Frase de Kadu Costa

O não pensar! 1 de maio de 2011 às 00:55 Seria bem mais fácil ser um ignorante e assim poder rastejar diante dos intelectos malditos... Porém minha cabeça está cheia como rio, que urina de pernas bem abertas para um oceano de tamanha compreensão humana. Seria bem mais fácil ser alienado ao invés de ser um questionador, diante do ódio e contos de cantos, sem liberdade de expressão... Ao contrário deste ser de usinas, que só conseguem raciocinar enquanto moem suas canas. E assim vão moendo e remoendo todo seu sugo, caldo ardiloso, e infecto mental... Seria bem mais fácil ser você em mim, diante de mim a coragem de serem vocês em nós, ou seja, nós em nos! Como pessoas civilizadas e comuns, fazendo sua parte nessa imensa corrente social, contribuindo para o velho e novo mundo, mais um caso de intolerância desprovida de riquezas absolutas. Construa sua própria engrenagem, e deixem que as pessoas em paz! Para que possa ser produtos massificados desta mesma indústria individual de egos... Às vezes é preciso ter a força e coragem para criar sua própria engrenagem, e no decorrer de todo o processo ainda abstrato reconheceremos o sabor amargo que tem o caldo da cana. Eles estão por todos os lados e beiradas, como uma porta de fachada. Máquinas de moer ideias, sem embasamentos científicos, uma mera ilustração de revista em suas “Caras”, Máquinas de moer, nunca irão pensar por si só! Enquanto não tiver gente pra colocar a cana serão apenas ideias insanas. Seguiremos em frente com esta grande fornalha voluntária, gerando todo processo intrínseco em defesa do meio ambiente! O não pensar encontra-se em um estado sólido para o gasoso, preocupando-se apenas com consumo e diversões, verdadeiros instrumentos calados, mudos e surdos. Seria bem mais fácil ser ignorante... Kadu

Kadu Costa

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Pensador.com

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O BOBO DA CORTE 5 de janeiro de 2013 às 11:52 Na intenção de fazer o Rei sorrir, O bobo da corte veio se apresentar... Com seus acordes dissonantes e seus gracejos disparates. Leva a rir a multidão. Intrigante e muitas vezes privilegiado, começa a olhar desconfiado... No salão principal fotos da criadagem e suas caras de fome! Envolto a tantas meias verdades lembrou-se o “Bobo”. Da tristeza que carregava em seu coração. E em uma luta desumana entre alegria e tristeza, Que travava seu coração... O clown começou a chorar diante da corte, Que logo percebia que sua maquiagem multicolorida escorria... A feiúra que divertia então o Rei cedeu espaço para uma deformação... Foi quando ouviu um grande grito que vinha debaixo da coroa real. _ Que insulto, um palhaço com rosto de gente que ao invés de nos divertir Chora pela fome de rostos desconhecidos! Morte é seu destino... O Bobo em seu último suspiro suplicou sem ao menos se preocupar com o rumo Que sua vida ia tomar. E aproveitando toda liberdade de ação, exclamou bem do fundo de seu coração uma das poesias mais belas, dizendo que era seu ato final. O Rei cruel, mas curioso e cordial... Deixou o Clown se expressar... Mal sabia que esse era seu erro! E no ato solene e polêmico recitou sua poesia dirigindo seu olhar ao Rei. O Rei dos Bobos Passou a estudar e a conhecer As fantasias, anedotas por vocação... Carregava algumas moedas que ganhava ao cantar. Era feliz, Pois nunca havia presenciado a tristeza no olhar. Seu defeito foi sentir emoção, E o suplicio no ventre A arte iria completá-lo, Mas ainda sim pareceu banal E sem forças pra continuar a recitar... Olhou para o céu e pasmou-se com tantas cores, Pediu em oração... Sob a proteção de sua companhia, O insolente que não podia chorar... Permitiu-se nascer para fazer rir, E antes mesmo que acabasse a cantoria. Faça-me o favor completo. Mande enforcá-lo um quarto de hora antes de me fazer mal. "Já perdi muito tempo com poesia". Kadu Costa

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