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Frase de Rebecca Salomão de Carvalho

(...) E assim eu sou. Não gosto de andar em círculos, passando sempre pelo mesmo território e voltando para os mesmos problemas, as mesmas frustrações, os mesmos erros e mesmas limitações. Não quero me tornar calejada, endurecida de coração, amarga, implacável e ansiosa, impaciente, desesperada e indócil. Não quero acabar tendo uma atitude negativa diante da vida. Quero romper qualquer círculo vicioso de derrotismo, de padrões de comportamento e hábitos, e ser capaz de ir além de mim mesma, minhas limitações e condições. Quero ser mais que uma sobrevivente. Não quero ser só fechada, sem conteúdo. Só perfeição, sem nenhum amor. Só julgamento, sem misericórdia. Só autoconfiança, sem nenhuma humildade. Só palavras, e nenhuma lágrima. Só vida, sem poder e sem consentimento, e nenhuma esperança de verdadeira transformação. E, sem transformação, como posso algum dia ultrapassar minhas limitações e ser instrumento de Deus para alcançar o mundo ao meu redor? E é isso que significa viver de verdade! Quero ser vencedora! Quero estar ligada àquilo que Deus está fazendo aqui na Terra de forma a dar frutos ao Seu reino. Quero abundância de amor e bênçãos de Deus. Quero o pacote completo! Tudo o que Deus tem para mim. No entanto, e apesar de tudo, tenho consciência de que jamais serei capaz de alcançar essa qualidade de vida fora do poder dEle, e só conseguirei se orar muito!

Rebecca Salomão de Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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SILÊNCIO Se isolou, se fechou em sua concha protetora. Se privou de tudo e de todos.
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SILÊNCIO Se isolou, se fechou em sua concha protetora. Se privou de tudo e de todos. Estava convicta de que o silêncio a reconfortaria.

PERGUNTE AOS VENTOS O que me chamava a atenção era o fato de que, mesmo vivendo 100 anos, talvez nesse espaço de tempo relativamente longo ele jamais teria noção do quanto era especial para mim. As pessoas são tão mágicas quanto assustadoras, mas ele parecia sempre estar envolto…
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PERGUNTE AOS VENTOS O que me chamava a atenção era o fato de que, mesmo vivendo 100 anos, talvez nesse espaço de tempo relativamente longo ele jamais teria noção do quanto era especial para mim. As pessoas são tão mágicas quanto assustadoras, mas ele parecia sempre estar envolto naquela magia em forma de carinho e cuidado. Ele não sabia – provavelmente nunca saberá, mas eis um segredo: ele me fazia bem. Não da forma erroneamente interpretada pelos adultos; troca de interesses, mera companhia para saciar a solidão ou estar com outro na tentativa desesperada de ocultar o vazio e o nada que pairam em seu próprio interior. Ele me fazia bem na pureza do sentimento de crianças; a pureza e aquele sentimento sublime eram a base de tudo. Então, o avistei vindo lá longe, quase sumindo no horizonte. Meu coração entrou em seu corriqueiro descompasso; soltei o cabelo, tirei o óculos e aguardei ansiosamente sua chegada enquanto meu interior parecia ser dilacerado pela ansiedade e pelo som do ponteiro dos segundos que transformava toda aquela cena em uma eternidade. Ao se aproximar, sorriu, exibindo aquele habitual sorriso perfeito o qual eu tanto admirava – ele era o borrão com o sorriso mais lindo que eu jamais imaginaria ter a oportunidade de conhecer.

Olhei dentro dos seus olhos e percebi a presença de densa amargura, angústia; de uma pessoa que passou pela vida e reteve apenas o que havia de mal nela. Ele, então, desviou o olhar e o direcionou ao infinito, onde lá distante ocorria o pôr-do-sol. Os tons avermelhados do céu se…
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Olhei dentro dos seus olhos e percebi a presença de densa amargura, angústia; de uma pessoa que passou pela vida e reteve apenas o que havia de mal nela. Ele, então, desviou o olhar e o direcionou ao infinito, onde lá distante ocorria o pôr-do-sol. Os tons avermelhados do céu se confundiam com o coral de sua blusa e com as manchas que o pigmentavam ao redor dos olhos — a essa altura, já começavam a ficar marejados. Virou-se, nesse momento, vagarosamente a mim e voltou a fitar-me com o mesmo olhar pesado e vazio de antes. Estava inerte. No entanto, dessa vez, havia um grande diferencial: o que estava estampado em seus olhos era a sua própria essência, fruto de toda uma existência perdida, em vão, inglória. Levantei, e, como a caça que foge de seu predador pronto para dar o bote, fui saindo de fininho...