Frase de Suellen Mara Couto
E eu, ora vivo, Ora morro, Em cada verso que deixo escapar de mim. Vou fazendo meus riscos de giz, Marcas que a chuva insiste em apagar. Mas eu escrevo de novo, e de novo, E sempre, enquanto giz ainda me restar. E mesmo que ele acabe, haverá pedras, E terras, e sangue, Só para eu poder sentir-me viva Nessas marcas que, pouco a pouco, Me consomem.
No pensador.ai desde