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Frase de Luana Rodrigues

Apesar de não estar parecendo bem hoje, eu até que posso afirmar que me sinto muito bem. Sem novas aceitações, ontem minhas regras eram outras, hoje estou disposta a criar novas. Tenho em mente muito o que fazer nesse dia tão , mais tão digamos que glorioso, minhas estórias estão quase que inacabadas assim que contadas, sempre fico com um gosto de quero mais. Tenho palpites bem práticos e rápidos dos quais ainda nem descobri quais são de verdade. Nesse dia quero sair de casa e conversar com passarinhos. Quero ser a rainha do parque mais negro da cidade, digo negro pois nele à folhas secas, e nela faz frio, faz mais frio do que no resto da cidade. Quero chegar em casa tarde e exausta, quero ir me deitar sem ter visto o meu programa favorito , e ter aquela alivio ao acordar de manhã e poder fazer a mesma coisa. A rotina pra mim é uma coisa oca, estranha e desconhecida. Ainda quero fazer de tudo um pouco, ir nos melhores lugares, ver novas pessoas , ver novos mentirosos. Que assim como eu adoram inventar uma mentirinha básica, sobre a rotina do dia a dia é claro. O mundo as vezes me dá provas vivas de que eu só meio Bipolar, no bom sentido já que Bipolaridade é uma doença muito séria , então trataria minhas mudanças constantes de humor com um nome mais prático , "frescura" ... Eu as vezes sou básica e pretendendo usar o mais reservado , proponho a mim mesmo o ousado e passo a usar um estilo meio despojado do qual nem eu mesmo reconheço pela moda feminina. As vezes trato tão bem uma pessoa de rua que eu não conheço que me sinto estranha depois de um tempo achando que essa tal pessoa está pensando que talvez esteja me apaixonando por ela. O que seria impossível já que adotei em mim mesma essa nova regra 'Não me apaixonarei por ninguém'. É uma promessa, não se vê muitas pessoas na minha cidade por quem eu realmente me apaixonaria, eu sou bem sentimental e isso acaba comigo. Eu passei meio que não acreditar em coisas que eu mesmo digo , é como se algo me fizesse dizer. Meus sentimentos são complexos de mais para ter uma explicação boa o suficiente que faça os outros no caso 'você' entender. Escrevo para me libertar do demônio que habita a minha alma. Ok, é exagero. Escrevo por que gosto, gosto de me expressar de forma clara e culta , gosto de dizer com boca cheia que minha forma de escrever poderia ultrapassar Clarisse Lispector, Martha Medeiros, Entre vários outros. Só eles e eu sabemos como é bom pegar um tempo, ou melhor tentar pegar um tempo e despejar tudo no papel. Com sentimentos bons e outros ruins. Tenho vidas e mais idas quando acordo, por que no meu sonho , nunca sou eu. As vezes no meu sonho eu ganho a forma de uma mulher loira , as vezes morena. As vezes não sou eu, talvez seja uma lembrança minha de outras vidas... E talvez essa coisa toda nem exista. Eu não gosto de inventar estórias quando estou escrevendo, escrevo o que eu sinto não de uma maneira que soe como um diário, mais de uma maneira que todos sintam e se identificam com o que eu escrevi. Sou melhor em escrever do que falar, muitas vezes cantar também é o meu forte, mais eu prefiro escrever. É mais bonito, é mais inteligente. Hoje em dia qualquer palavra diga poderia ser apenas vaga, ou sem nenhuma importância mundialmente. E quando finalmente acabo me vem novas palavras , quando não se tem ninguém para ouvi-las eu despenco a escrever. Tem coisas que não deveriam ser lidas, ferem muito o nosso coração. Bom, o meu nem pode se falar mais de coração já que abriram nele um buraco enorme oco e sem fim. Tem coisas que deveriam ser mantidas em segredo. É uma coisa muito boa ter segredos, eu sempre gosto de esconder algumas coisa, assim eu volto ter a minha vida e não à vida que os outros querem que eu tenha. Minha maior paixão será quando eu estiver bem idosa e encontrar um velhinho na rua sentado naquele parque negro que eu citei, eu sentarei do seu lado e vou dizer claramente , iremos ser sepultados um do lado do outro. Eu vou querer rosas vermelhas e você pode ficar com as brancas, eu quero que seja um dia feliz e com festa. Não quero ver choros, quero ver sorrisos. Para comemorar uma vida que terá finalmente a paz que tantos uns precisa, mais não fora do tempo iremos em paz e com essa sensação de dever cumprido, me deixaria muito feliz... Minhas palavras chegam à um ponto de serem insanas, então dou uma pausa nela e volto a cantar... Minhas músicas favoritas são as que me descrevem e dizem tudo que ninguém nunca vai me dizer , então eu grito-as para o mundo ouvi-las e entender o que eu quero dizer.

Luana Rodrigues

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Luana Rodrigues

Sem título. Que assim seja. O inverso contrariado. A minha fantasia dilacera as igualdades. Mal sei se isso tudo é igual. Mas espera até que os iguais se tornem diferentes. Tudo será igual novamente. Daí irão inventar outra diferença. O existir. Tenho medo. Mal sei eu se existo.…
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Sem título. Que assim seja. O inverso contrariado. A minha fantasia dilacera as igualdades. Mal sei se isso tudo é igual. Mas espera até que os iguais se tornem diferentes. Tudo será igual novamente. Daí irão inventar outra diferença. O existir. Tenho medo. Mal sei eu se existo. Talvez eu seja apenas um rastro, um telhado de vidro, um quarto escuro ou até mesmo uma estrofe. Não sei, mal sei se isso tudo existe. E se fossemos apenas um mero acaso, uma simples coincidência? E se todos fossem apenas uma grande confusão. Atualmente, ando achando que nem metade das pessoas que conheço realmente possuem alguma existência. Talvez eu seja louca. Ou o sentido parou de fazer sentido. Mas meu Deus, eu mal faço sentido, mal sei do que se trata, a verdade não faz sentido. O sentido por um acaso existe? Estou cansada de não fazer sentido. Eu sinto, sinto, sinto e nunca faço sentido algum. O meu hálito é céu de não saber amar. Isto faz sentido? Isso cativa a minha estranha humanização perturbante? Isto é normal? O que hoje em dia podemos considerar fora do normal, o próprio normal? Como pode ver, e ler, eu mal sei o que quero dizer. Sei nem se tenho algo a dizer. Eu nunca tenho algo a dizer. Vivo repleta de silêncios e coisas que não tenho a dizer. Eu me entorto toda por culpa do silêncio. Nunca, jamais tinha me sentido tão solitária, mesmo a minha casa estando cheia. Cheia de silêncios. Ao todo, a minha vida se resume em silêncios. Pela simples certeza que sempre tive que; Não sou obrigada a dizer nada! Não quero me expor ao ridículo. Hoje já não tenho mais esse medo todo de ser ridículo. Eu estou em estado de introspecção. Eu estou em estado de percepção esgotada. Mal sei o que quero ver, se é que tenho algo a ver, com o decorrer do tempo poderia eu dizer que o mundo todo é algo que não se pode ver? Cubro meus olhos, mas minhas mãos são pequenas o suficiente para deixar que eu veja algo. Eu inteira sou pequena, de tamanho, de fé, de compreensão, de organização, de paciência. Sou pequena em todos os sentidos. Mas que sentido? Eu, ao todo, sou feita de mentiras. E exageros. Eu sei que eu não tenho nada á dizer, mas; Sempre acabo quebrando o silêncio, com uma piada, ou um assunto sem sentido. Olha eu aí querendo fazer sentido de novo. As vezes quebro o silêncio para não parecer tão eu confusa. Entende o que quero dizer? Quero fugir da confusão que me prende. Quero ser menos eu, mas afinal, quem sou eu? Quem fui eu? Passaram-se alguns segundos dês de que escrevi aquilo e eu nem sequer me lembro do que eu era enquanto escrevia tal coisa. Eu era uma mulher, pequena, escrevendo algo. Apenas isto? Sou feita apenas de fatos. Quase nunca a vejo, talvez as poucas vezes que eu a vi tenham sido apenas uma visão, imaginação minha. Talvez ela nem exista. Talvez ela não tenha forma e nem graça, e não tenha muito menos algum estado de compreensão. O reflexo na vitrine, ou em qualquer lugar que possa refletir sua palidez e seu cabelo claro, seja apenas coisas de minha dupla e múltipla imaginação. Eu não estou cega. Mas quase não me recordo do que fui ontem. Eu estava tomando café com minha mãe; sei apenas isto. Sou uma mulher, pequena, tomando café com sua mãe. Apreciando o jeito como ela mastiga o pão. E o jeito como não tenho nada em comum com ela. Até em matéria de mastigar alimentos sou discreta, mal faço barulho. Mas sou escandalosa enquanto durmo, grito como se ansiasse pela dor de acordar. Como se eu estivesse presa no sonho, mas não quisesse me libertar pois a realidade me aprisiona mais do que no sonho. Então, pode se concluir que estava eu gritando por não querer ser solta? Não sei. Me Deus, O que sei? Não quero e nem preciso saber. Mas a confusão me fez dissimulada. A imagem do que sou me contorce toda. Eu estava sentada á beira da lagoa lendo um livro que por sinal é tão confuso que parecia até que eu viajei no futuro e estava lendo o meu próprio livro. Que sei do futuro? Preciso parar de me perder. Eu não sei se faço sentido. Mas a menina tem uma ânsia em fazer sentido e uma necessidade absurda de parecer normal, contava verdades e sorria sempre. Que sentido faz tudo isso? Que dilema sei eu? A verdade mal faz sentido e o sorriso é só uma apresentação. Teu quarto é teu melhor amigo. Já parou pra pensar, ou melhor, já parou para apenas não pensar? Tenho que dizer algo, mas, mesmo quando escrevo parece que o resumo de tudo isso pode se concretizar em silêncios. Quando escrevo também nunca digo o que realmente queria, ou precisava ter dito. Tudo isso é uma grande dissimulação. Tudo isso é uma grande confusão, Todo mundo é uma grande confusão. Uma confusão querendo fazer sentido. Estou apenas arrastando um pouco de sanidade para a minha realidade. Mal sei se isso tudo é realidade, ou é apenas um texto sem revisão.

Primeiro: O mundo todo era uma grande confusão. Ela era indigna de qualquer espécie de confiança.
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Primeiro: O mundo todo era uma grande confusão. Ela era indigna de qualquer espécie de confiança. Andou diversas vezes para trás. Trouxe consigo uma série de sarcasmos. Enganou a plateia. Segundo: A carta foi enviada de São Paulo. Nunca soube quem as enviou. As janelas eram claras. O lugar era impregnado pelo teu próprio cheiro. Terceiro: Insuportável. Sei que existo. Não sei de mais nada. Ouço vozes, ouço silêncios. A vontade que tenho é de ler o mundo todo deitada em minha cama. Seria um modo fácil de estar preparada quando saísse para trabalhar. Lugar escroto. Repito palavras. Não sei o significados de muitas delas. Sou egoísta. Escrevo sobre mim o tempo todo. Sem resposta. Me divulgo. Me mostro. Mas não sou o que se pode ler assim escancarado. Olhe eu lá. Atravessando a rua. Carregando uma enorme garga explosiva dentro de mim. Sem importância. Nariz empinado. Sou um mistério. Me orgulho por isso. Mas na verdade não se é de muito conforto ser um mistério até para si mesma. Dês da adolescência sou meio perdida. Até tentei ler sobre tal assunto mas pra mim não deu muito certo. O livro de tal e eu não falamos a mesma língua. No final eu sempre acabo sentada na poltrona ouvindo o eco silencioso de uma TV ligada e eu fitando o nada que geralmente no meu estado de insonia se torna muito interessante. Minhas expressões são grosseiras dignas de uma porção de medos. Pausa. Vontade de traze-la pra perto. Ela confunde as coisas. Ela discorda de tudo que eu falo. Mas na verdade a mentalidade dela é mais conturbada e barulhenta que a minha. É por isso que não fala. É por isso que vive em silêncios...É por isso que anda tão distraída. Um fato: Eu sou egoísta. Eu disse que escrevo tudo sobre mim então preste atenção em cada palavra. Pois são todas as minhas confusões mentais sendo jogadas em qualquer canto. Cuide delas. No fundo. Eu na verdade sou uma rosa. A mais vermelha e a que mais possui espinhos. Suponho que os espinhos sejam fruto da sua imaginação criando para mim uma imagem aterrorizante e intocável inspirada pelas minhas expressões grosseiras. Me perdoe. Pode se aproximar. Repito. Pode se aproximar. Sem medo. Mas se aproxime com cuidado porque as minhas pétalas se desmancham com muita facilidade. Mas tudo bem, venha com espinhos também. A minha teoria: Me sinto agredida pelos seres humanos até quando me olham com admiração. A minha segunda teoria: O problema sou eu. ~ Aprendi a observar cada movimento sem me mover. Parada como estátua. Vendo um suposto tempo passar. Vendo o dia virar noite e as cores mudando de aspectos. Parada, observando o nada que neste instante se torna algo muito interessante. Ultima nota da autora: “O silêncio é a música mais fatal que alguém já ousou escrever, L.R..

~ Inteira sua Na estrada
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~ Inteira sua Na estrada Na volta Na ida. Inteira sua Nos erros Nos desgastes Na ida. Inteira sua Na chave Na volta Na chegada Na partida. Inteira Pela metade de um homem que me prende ao céus...