Frase de Joni Baltar
Desjejum Virginal da Poesia A metodologia de braços abertos anota a edição narrativa do silêncio pautando-se pelo som das ideias. O desjejum virginal da poesia alimenta-se dos meus dedos e do prurido dos meus pensamentos. O estrume das amórficas palavras arranha o suor ébrio da memória e aconchega-se ao sintético sonho. A urgência de transbordar o Sol ultrapassar os limites do Amor para sentir o peso da inexistência.
No pensador.ai desde