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Frase de Andressa Fernandes

O HOMEM QUE ME ENSINOU A AMAR Lembro-me do seu cheiro de naftalina e história impregnados em sua camisa fina, usada em um corpo com pouca caloria, e uma mente cheia de sabedoria. Recito a musica que cantávamos juntos, enquanto recordo da sua voz rouca e fraca, fazemos um dueto imaginário. você foi na vida, meu sonho de glória, foi riso, alegria tristeza, poesia, alguém da minha história. E ó se não me iludo, você foi tudo, foi tudo, o que eu pedi em um avô. Fico a vagar na nostalgia de minhas lembranças, recordar cada sorriso seu, cada abraço que me deu, você era meu protetor, mas chegou um dia que eu comecei a protege-lo e retribuir o amor incondicional As histórias na mesa redonda nos sábados, tanta vida vivida, história ensinada, taças de vinho tinto, guardanapos de pano, que hoje fazem falta aos sábados, na mesa vazia, que perdeu a vida. Brincadeiras sobre velhos, ele nunca tornou-se um, a cada ano retrocedia um numero, consequências da idade. Hoje você não está aqui, mas sei que deve estar em recife, curtindo suas férias de vida, que tanto almejou. E se estiver me vendo agora, sinta o amor imortal que sinto por ti, sei que consegue sentir-me, você disse que mesmo eu não vendo você com meus olhos, você estaria, e eu o veria, com todo meu coração.

Andressa Fernandes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Andressa Fernandes

Eu sinto o sol bater no meu rosto, porém estou tão fria. Não me recordo da ultima vez em que estive tão gelada, talvez seja porque estou morta. A morte não é tão ruim assim, na verdade eu já me acostumei com ela. Não sinto frio, não sinto medo, eu não sinto nada. Às vezes quebro…
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Eu sinto o sol bater no meu rosto, porém estou tão fria. Não me recordo da ultima vez em que estive tão gelada, talvez seja porque estou morta. A morte não é tão ruim assim, na verdade eu já me acostumei com ela. Não sinto frio, não sinto medo, eu não sinto nada. Às vezes quebro um pouco a cabeça tentando entender as engrenagens que tenho dentro de mim. Mas no final acabo dando de ombros. A vida é tão simples vista dessa forma, eu não me sentiria incomodada se minhas feridas não estivessem expostas e as palavras tivessem sentido. Eu costumava brincar com as palavras, criar constelações, pronuncia-las. Hoje eu não as entendo. O silencio na minha mente é tanto que já não gosto mais do silencio e de coisas calmas. A vida esta por todo o lado e tão pouca esta em mim, sinto o cheiro de vida ao meu redor e não sei dizer se é contagiante ou repugnante. No me estado atual ninguém me nota, e se nota, me teme. Não consigo compreender a ignorância, o medo e a falta de interesse que as pessoas têm pela morte. Fingir que não crê é algo natural, querer ser cego é tolice. Eu nunca me importei e talvez esse tenha sido o motivo da minha morte. Deixamos de nos importar, deixamos de importar e por fim deixamos de existir.

A tristeza às vezes vem me visitar. Bate na porta do meu coração e, quando abro, ela invade minhas memórias. Eu tento resistir, mas a tristeza é sempre tão rude. Lágrimas caem, devagar elas rolam pelo meu rosto ainda quentes. Lembranças nem sempre são boas. Meus olhos ardem e min…
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A tristeza às vezes vem me visitar. Bate na porta do meu coração e, quando abro, ela invade minhas memórias. Eu tento resistir, mas a tristeza é sempre tão rude. Lágrimas caem, devagar elas rolam pelo meu rosto ainda quentes. Lembranças nem sempre são boas. Meus olhos ardem e minha visão fica embaçada. Na minha cabeça o mesmo filme de sempre é passado. Eu nunca tive medo da morte, mas a morte já me tomou muitas lágrimas. Essa tal tristeza não sabe brincar! Mas sempre está brincando com meus sentimentos e me fazendo lembrar o que toda noite eu tento esquecer. Um dia as lágrimas acabam, meu coração sente um aperto tão profundo que chego a confundir com um enfarto. Talvez esse aperto seja só a tristeza me testando, porque eu preciso ser forte. Gostaria de saber se isso é verdade, se precisamos ser fortes sempre e porque somos testados várias e várias vezes. Até parece que sofrer faz bem. Depois de tudo, eu me sinto acabada, um pano de chão inútil e sem vida. A tristeza vai embora, mas nunca diz "adeus". Pois eu e ela sabemos que ela sempre voltará.

Coração vazio Eu não sinto nada, nem nunca senti. É como aquele vazio na boca do estomago quando estamos com fome... O engraçado é que eu não paro de estomago vazio e meu coração nunca foi alimentado. Já tive tantos amores que nunca amei e sinto inveja de todos. Eu invejo a form…
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Coração vazio Eu não sinto nada, nem nunca senti. É como aquele vazio na boca do estomago quando estamos com fome... O engraçado é que eu não paro de estomago vazio e meu coração nunca foi alimentado. Já tive tantos amores que nunca amei e sinto inveja de todos. Eu invejo a forma como se entregaram a mim cegamente, que sentiram o coração palpitar e quase sair pela boca quando estavam comigo e odeio de corpo e alma ter ouvido as palavras de “Eu te amo” tão sinceras. Eu disse “Eu te amo” achando que a mágica de tais palavras me faria incendiar por aquela pessoa. Estava errada. Sinto-me como se não tivesse coração. Ele está aqui parado, sem se manifestar. E como quando vamos fazer comprar com o cartão de crédito e ficamos encarando a maquininha rezando para que autorize. Eu rezo para que acenda uma faísca e queime todo o pavio. Afinal, um coração vazio não tem razão para existir.