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Frase de Marcos Israel

Qual o tamanho do mundo? Uns dias atrás viajei pra Ribeirão Preto e encontrei, por coincidência, um amigo cujo conversava pelas redes sociais. Nunca tinha o visto, mas encontrei-o por acaso. Não creio que o mundo seja tão grande, não creio que tenha tantas pessoas assim. Certas vezes encontramos alguém que conhecemos num lugar inesperado. De fato o mundo real é enorme, mas as vezes se torna pequeno pra tanta gente; assim também acho que não existam tantas pessoas, pois o mundo real é enorme. Imagine só: você é uma pessoa dentre bilhões de pessoas, dentro de um planeta dentre bilhões de planetas, dentro de uma galáxia dentre bilhões de galáxias; analisando isso vemos que realmente o mundo não é tão grande e não existam muitas pessoas, mas ainda assim o mundo é grande e ainda assim existem muitas pessoas. A criação, de fato, é divina. Quanta complexidade! Pensamos ser tão grandes montando nossos impérios, mas sabemos o quão somos pequenos. Somos num número descomunal, mas cada um de nós é um número tacanho. E o mundo? O mundo continua grande, tão grande que mesmo no lugar mais abrupto que seja pode ocorrer que você encontre um conhecido. Que mundo pequeno!

Marcos Israel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marcos Israel

[...] Ele começou a falar as qualidades do anarcocaptalismo. Então o pedi para que esperasse um momento, coloquei minha roupa de fada e voltei a escutá-lo.
Dizeres à vossa excelência, humano. Humano! Vossa excelência é um dominó: sólido e confiante quando de pé;
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Dizeres à vossa excelência, humano. Humano! Vossa excelência é um dominó: sólido e confiante quando de pé; mas de uma certa forma atinge a todos os mais próximos quando cai. Homem! Vossa excelência é um xadrez: tens poder de ser jogo ou de colocar em jogo algo ou alguém. Também és projeto de perfeição e complexidade. Criatura! Vossa excelência é uma dama: sempre com ânsia de guerra; vagando de casa em casa, destruindo o inimigo. Por fim, humano, és também um origami: sólido, complexo, caótico, alegre [...]. Nem todos tem a mesma forma... Mas tem algo semelhante: vós sois frágeis, benevolentes e tentam expressar e/ou levar a alguém um simples gesto de alegria com a mais nobre das intenções.

"A Obra na Rua dos Debates." Flávia Falácia e Denis Desonesto eram dois amigos que sempre se encontravam andando pela Rua Dos Debates trabalhando para o Sr. Igor Ignorante. Todos os trabalhadores que tinham um pingo de integridade intelectual admitiam que Igor Ignorante era um…
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"A Obra na Rua dos Debates." Flávia Falácia e Denis Desonesto eram dois amigos que sempre se encontravam andando pela Rua Dos Debates trabalhando para o Sr. Igor Ignorante. Todos os trabalhadores que tinham um pingo de integridade intelectual admitiam que Igor Ignorante era um péssimo homem. Até a pobre Letícia Leigo admitia os absurdos do chefe, mas Flávia e Denis sempre estavam do lado dele. Levantou-se um valentão, Bruno Bacharel, opondo-se com toda sua sabedoria ao chefe, mas não por muito tempo... Igor - sempre junto com seus dois prodígios - não tardou e disse: Vencê-lo-ei! E assim foi; não com argumentação, mas sim com aquele jeitinho típico que já levava o nome da família. Era impossível opor-se ao chefe, Igor Ignorante. Quem fosse que tentasse sempre era vencido pelo cansaço; sempre ganhava mais trabalho. Tempo vinha, tempo ia e Igor insistia em aparecer na Rua dos Debates arruinando o Castelo do Conhecimento e sempre cansando os que ali estavam.

Ode à esperança. Afinal, qual seria nossa meta aqui na terra? Vivemos e morremos. Vivemos para nós mesmos; dirigimos uma vida; sabemos que existem bilhares de seres iguais a nós. Alguns acham-se superiores, outros acham-se inferiores; alguns acham que provêm da costela de um ant…
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Ode à esperança. Afinal, qual seria nossa meta aqui na terra? Vivemos e morremos. Vivemos para nós mesmos; dirigimos uma vida; sabemos que existem bilhares de seres iguais a nós. Alguns acham-se superiores, outros acham-se inferiores; alguns acham que provêm da costela de um antigo ancestral, outros que provêm de um ancestral comum. Milhares são as ideologias, mas independente de qual seja uma unica certeza temos: Vivemos e morremos. Nos deram leis e nós fizemos delas interpretações que condiziam com nossos interesses. Nos deram amor e nós o repugnamos com nosso desprezível ódio. Nós deram motivos... que foram refutados com a nossa ignorância. Afinal, sobrou alguma dose daquilo que intitulamos "esperança"? Ponha em meu copo! Quero beber até que se passe esse caos.