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Frase de Gabrielle Torok

Se me conheceu uma semana atrás, deixe-me apresentar de novo. Eu mudo. Eu cresço. Eu renasço. Aquilo que eu pensava ontem já não me define hoje. Sentimentos antigos deram lugar ao novo que Deus tem revelado em mim. Vivo em reforma constante, porque em Deus nada permanece estagnado: paredes caem, áreas escondidas são iluminadas, raízes antigas são arrancadas e uma versão mais verdadeira de mim vai ganhando forma. E eu sigo não sou a sabedoria, mas estou em busca dela. Não sou perfeita, mas me esforço para melhorar meu caráter a cada dia. O que é bom permanece, o que é ruim eu mudo, transformo, abandono e renasço. E agradeço a Deus por cada mudança, porque pior seria ficar igual quando há tanto em mim pra ser aperfeiçoado.

Gabrielle Torok

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Gabrielle Torok

Quem não muda, desconfia de quem mudou. pessoas usam o passado dos outros como lente rápida porque dá menos trabalho do que reconhecer a mudança real... Quem te conheceu antes tende a congelar sua imagem, mas isso não te define em nada, segue em frente. Quem não quer enxergar qu…
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Quem não muda, desconfia de quem mudou. pessoas usam o passado dos outros como lente rápida porque dá menos trabalho do que reconhecer a mudança real... Quem te conheceu antes tende a congelar sua imagem, mas isso não te define em nada, segue em frente. Quem não quer enxergar quem você é agora, não merece ter essa sua versão, não faz parte da sua caminhada!

A herança crua de um toque que corta sem lâmina, instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa. Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
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A herança crua de um toque que corta sem lâmina, instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa. Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo, pressão travestida de cuidado, silêncio pesado chamado de paz. E então derrama, em gotas quase invisíveis, aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos, feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho. Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira. Até que um instante rasga o véu do costume, um espelho sem anestesia, um cansaço que grita baixo. E vê. Não era amor, era eco. Não era cuidado era defesa com gosto antigo. E no susto da lucidez, começa o desvio do próprio rastro: mão contida antes do corte, palavra filtrada antes da queda, impulso domado na beira do abismo cotidiano. Troca-se a migalha densa do caos por gestos ainda frágeis de inteireza. E onde antes rastejava a repetição cega, ergue-se, hesitante, um novo jeito de existir que não fere pra sentir.