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Frase de Paulo Genro Fh.

Eu sinto falta, falta de tudo aquilo que outrora me preenchia, me fazia feliz. Sinto falta das pessoas que passaram pela minha vida, até daquelas que me fizeram sofrer, pois foi com elas que aprendi a ser forte. Sinto falta de coisas ridiculamente pequenas, que faziam cheios os meus dias. Falta de um abraço, de um sorriso, de um beijo, e às vezes, eu sinto falta de um olhar procurando o meu. Isto não é saudade, pois a saudade a gente mata com a presença daquilo que falta, isto é nostalgia, e isso, sim, é impossível exterminar. Eu sinto falta do calor dos abraços da pessoa amada. Sinto falta de um banho de chuva. São pequenas coisas que não me permito mais fazer. Sinto falta da felicidade que solava a minha porta. Sinto falta dos sorrisos que eram sinceros e, mesmo sem motivo, vinham à minha face involuntariamente. Sinto falta da vida, pois hoje vivo num vazio tão grande, e nada, nada mesmo, é capaz de me preencher de uma forma completa. Eu queria voar, correr, que fosse, fugir daqui, conhecer pessoas novas, largar a mesmice, eu sinto falta do novo. Tudo poderia ser tão diferente, mas, foram tantas decepções, que hoje eu simplesmente quero, mas não me permito, tenho medo. Medo de sofrer, de chorar. Medo de me apegar às coisas, e às pessoas mais ainda. Tenho tanto receio de sentir dor. Não teria se fosse aquela dor que se cura com remédios, mas, infelizmente, a dor que a vida causa não tem outro remédio senão o tempo, e eu sei, por experiência própria, que ele não é um bom analgésico, demora pra curar, e deixa a ferida aberta, e se for pouco, qualquer coisa vai abri-la novamente e vai doer mais, e vai demorar mais pra cicatrizar, se um dia cicatrizar.

Paulo Genro Fh.

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Pensador.com

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Outras frases de Paulo Genro Fh.

As horas passam tão depressa, eu queria poder prender o tempo. Queria poder ter o tempo que me fosse necessário pra te falar de tudo que eu sinto, ou melhor, o tempo necessário pra criar coragem de um dia te falar o que há dentro do meu coração. Eu queria prender o tempo, não pra…
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As horas passam tão depressa, eu queria poder prender o tempo. Queria poder ter o tempo que me fosse necessário pra te falar de tudo que eu sinto, ou melhor, o tempo necessário pra criar coragem de um dia te falar o que há dentro do meu coração. Eu queria prender o tempo, não pra viver pra sempre, mas pra poder aproveitar cada minuto que passa rápido demais. Queria ter o poder de voltar àqueles momentos alegres que vivi ao teu lado. O poder de passar voando por aqueles em que te magoei e, por algum motivo, tenha vindo a te fazer chorar. Queria ter o tempo necessário pra fazer uma eterna prece de agradecimento por tudo que vivi. Um eterno pedido de felicidade para todos aqueles que, por alguma razão, hoje choram. O tempo desmedido pra amar, ser amigo, dar conselhos, nadar, voar, ser feliz. Tempo suficiente pra ter filhos e netos, e ensinar a eles tudo que aprendi com a vida, nesse tempo tão finito e ao mesmo tempo tão infindável. Queria poder dominar o relógio que faz os ponteiros correrem. Saber dar a cada minuto, alegre ou triste, o valor que lhe é devido, e aprender mais e mais a cada segundo. Quero o tempo suficiente pra jamais ficar entediado, pra não me atrasar pra uma entrevista de emprego, e nem pra buscar minha filha na escola. Tempo pra ligar e dizer aos meus pais o quanto eu os amo, e para ouvir deles o quanto é recíproco esse amor. Tempo pra estar com os meus amigos, conversar por longas horas, e rir por minutos inacabáveis. Hoje eu só quero tempo. Pra me balançar na rede, pra estar com quem eu gosto, pra falar coisas bonitas, escrever frases de efeito, produzir algo útil. Tempo pra rezar, agradecer pela vida. Tempo pra pedir mais um minuto aqui, pra pedir mais um minuto pra poder dar um sorriso, e multiplicá-lo, tempo pra viver em mundo de paz. Pra ver o sol nascer de novo, e pra ver a lua iluminar os corações apaixonados. Só tempo, pra poder ver o quão maravilhosa é a vida, pra poder aproveitá-la ao máximo. Pra mais um suspiro de paixão, mais uma taça de qualquer bebida quente num anoitecer de inverno. Eu só queria controlar as horas.

Hoje eu me sento na janela, sozinho, acendo um cigarro, pego meu copo de uísque e passo horas e horas admirando tudo aquilo que vivi. Lembranças tão boas que felizmente não se perderam, mas que infelizmente se tornaram lembranças, nada mais do que isso. Doces momentos da vida, mo…
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Hoje eu me sento na janela, sozinho, acendo um cigarro, pego meu copo de uísque e passo horas e horas admirando tudo aquilo que vivi. Lembranças tão boas que felizmente não se perderam, mas que infelizmente se tornaram lembranças, nada mais do que isso. Doces momentos da vida, momentos que passaram pra nunca mais voltar. Pessoas que foram embora, e algumas que estão por ir. Logo, o que sou será lembrança, e o que acontece nesse momento também, porém, não sei se tudo se transformará em boas lembranças. As horas passam, mais um cigarro, e agora começa e chover. A solidão é minha companheira, o brilho da chuva me traz mais e mais lembranças, meu coração se enche de saudade, a procura de respostas às perguntas que só o tempo irá responder, às perguntas que só o tempo ainda poderá fazer. São porquês inexplicáveis, falhas na memória, que não me permitem lembrar como foi que consegui chegar até aqui, na solidão. Dizem que o inconsciente humano bloqueia a memória, naqueles momentos que nos trarão, no futuro, más recordações. Será que meu inconsciente bloqueou também todo o caminho que trilhei pra estar aqui, agora? Eu queria ao menos saber o que me tornou vazio, o que me faz viver de lembranças, apenas. Acho que essa é mais uma das muitas respostas que só virão com o tempo. Esperar, é o que se tem a fazer.

Alguns dias se passaram. Os encontros começaram a ficar mais longos, os beijos mais doces, os abraços mais apertados, e até as mãos já estão mais bobas. Tudo aumenta, o carinho, a vontade de estar perto, a única coisa que diminui é a duração das horas, pois o tempo corre quando e…
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Alguns dias se passaram. Os encontros começaram a ficar mais longos, os beijos mais doces, os abraços mais apertados, e até as mãos já estão mais bobas. Tudo aumenta, o carinho, a vontade de estar perto, a única coisa que diminui é a duração das horas, pois o tempo corre quando eles estão juntos, e os minutos encolhem enquanto suas bocas perdem-se num beijo repleto de bem-querer. Ela acha que ele é maluco, ele sabe que é, mas por ela. Ele sabe que ela é perfeita pra ele, não quer perdê-la, e reza e pede por isso. Eles não planejaram gostar um do outro, aconteceu. Os astros, o destino, a vida, seja lá o que for, fica a critério de cada um, os guardou um para o outro, e isso é mágico. Ele faz o que pode, e iria até o fim do mundo para vê-la sorrindo. Ela se faz em sua essência tudo aquilo que ele procurava. Ele, aos poucos, vai percebendo que a cada dia que passa ela se torna mais especial e mais elementar à sua felicidade. Ela se entrega um pouco mais a cada gesto de carinho. Eles são enamorados, e todo o mundo pára quando seus corpos se encaixam num abraço, onde ela está protegida, e ele se faz mais completo. Eles estão ali, um para o outro, naquele lugar só deles e tão especial. Ele faz promessas, e ele vai cumpri-las. Ela acredita, ela vai ver tudo se tornar real. Eles são apaixonados, e isso vai amadurecer. Ele é crianção, mas gosta dela. Ela é séria, crescidinha, mas gosta dele. Eles são paradoxos, ele bruto, ela meiga. Eles são iguais, em cada pequenino chamego. Diferentes e iguais, eles se completam de maneira linear, eles se aperfeiçoam. São abençoados.

Fico aqui pensando, me perco em meio a essa concatenação de sentimentos que você me desperta, procuro palavras, me desespero em busca de explicações, queria saber dizer o quanto te amo, queria ter algo pra comparar, e uma unidade de medida que pudesse determinar o tamanho do meu…
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Fico aqui pensando, me perco em meio a essa concatenação de sentimentos que você me desperta, procuro palavras, me desespero em busca de explicações, queria saber dizer o quanto te amo, queria ter algo pra comparar, e uma unidade de medida que pudesse determinar o tamanho do meu sentimento, e no fim, acabo por perceber que seria muito pequeno o meu amor se pudesse ser medido ou definido em meros centímetros, que de nada valem ao coração.