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Frase de Lia Barone

Poeminha peralta A saudade sussurra baixinho E o coração peralta se descobre em um dos seus dias de fuga Foge, sorrateiro Vai te procurar Foge, bem ligeiro Vai na pressa de te encontrar Corre o mundo Foge, fagueiro Querendo apenas te abraçar E peralta ainda mais fica Quando alegre identifica O próprio reflexo escapando do seu olhar... Assim é amar!

Lia Barone

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Alma Quando não se conhecia, estranhava. O silêncio era tão carregado de palavras que causava espanto
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Alma Quando não se conhecia, estranhava. O silêncio era tão carregado de palavras que causava espanto Ninguém as escutava Gritava o tempo todo. Me olhe Gritava o tempo todo. Fale comigo Tinha medo o tempo todo de estar ali e não ser dali. Estava sempre impulsionada à uma direção que não constava dos mapas. Por quê sentia tanto? Por quê não podia ouvir o que seu coração tanto chamava? Via tudo e guardava os detalhes. Conhecia os segundos, as horas e tinha enfileirados todos os dias na memória. Classificava as pessoas em cores para poder distingui-las e por elas sentia em cores também. Elas não a viam, era invisível. Tinha a totalidade dos sentidos. Tocava no amor mas não o segurava. Mergulhava tão fundo em si que se afogava…