Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
HÁ VENENO - I Os meus silêncios Eles olham para mim Das janelas do quarto Vejo refletido a dor Da angústia sentida Bebo do copo a água Envenenada de amor Lá fora a erva cresce Lentamente na terra Amarga chora na folha Das árvores do vento Imploram misericórdia Enquanto as paisagens Serenas da espinhosa Morte ficam à espreita Do sol, da lua, da vida
No pensador.ai desde