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Frase de Son Dos Poemas SôniaMGonçalves

O Sol Me Diz Poetisa Sinta a brisa... Há intenção no ar... Tocar os lábios de um poema beijar... Respirar o branco daquela nuvem de pluma Pairar nos ramos gatuna, despida, vestida d’puma... Tigresa acesa avermelhada pardacenta... Felina, aflita, caçada ciumenta e sedenta... Gata atenciosa desatenta aos pudores audaciosa Uma onça pintada com batom purpúreo calorosa... Maturada, amada n’alvorada elegante... Louco é o desejo da silhueta e boca minguante Acolhida feito pedra escolhida em xeque mate O feitiço vem do trilho do raio do sol escarlate... Abre os olhos e descortina aproxima há lágrima virginal... O coração parte ao meio como um cristal no centro Transborda em amor ás bordas ás beirada por dentro... Integralmente há sintonia poesia emocional... Há tempestade a saudade invade intensa transita Transmutam labuta os sentimentos de ternura O sol feliz diz bravura respira inspira loucura... Valoriza poetiza e a poetisa entende estende escrita... Espanta-se se encanta com o amor que expande... Acorda concorda alimenta o fogo abrasa e acende Diz o pecado é original a maçã simbiótica carnal... Ar singular dita poesia e a magia do poema sem plural O verbo me despoetiza... O sol diz poetisa... Potencializa faz calor, faz amor sinta a brisa... Avisa que o dia começou e poetiza..

Son Dos Poemas SôniaMGonçalves

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Pensador.com

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Outras frases de Son Dos Poemas SôniaMGonçalves

A verdadeira beleza não convém as vistas vulgares, pelo simples fato que não os são.A beleza de fato é algo tão lindo e reluzente que é exposta pelo lado contrário, no lado avesso da gente, causando a nítida impressão de quem vê, estar diante apenas de LUZ.
Cada um curtindo à sua maneira como pode, mas não deixemos de curtir a beleza desse pássaro que voa ligeiro passando por nós feito um gavião. Temos que ser astutos, matreiros ter jogo de cintura para apreciar com desenvoltura essa loucura chamada vida, curtir ávidos essa visão se…
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Cada um curtindo à sua maneira como pode, mas não deixemos de curtir a beleza desse pássaro que voa ligeiro passando por nós feito um gavião. Temos que ser astutos, matreiros ter jogo de cintura para apreciar com desenvoltura essa loucura chamada vida, curtir ávidos essa visão senão, quando vemos lá se foi nosso existir nas asas, no bico desse pássaro de única mão...Oh vidão!....Bebamos esse elixir mágico com nervos de aço à exaustão, vamos oxigenando nosso ser e poemando nosso pulmão o tempo todo, todo dia... Vamos tirar os cotovelos do batente da janela e o sempre queixo entre as falanges suspenso...Isso é o que poetizo porque existo e logo penso, vamos procurar achar aquele eixo nosso elo perdido em algum lugar do tempo, numa aragem , num vento...Nosso espaço é um vácuo cheio de estrelas e sempre há uma cadente que esquenta e acende uma chama de esperança que alimenta a gente e assim vemos um pouco melhor o lume das coisas .Se tu não olhares a vida nos olhos com coragem de verdade ela nem vai notar que tu existe.

Solidão da madrugada no silêncio noturno
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Solidão da madrugada no silêncio noturno pensamentos vagueiam na lua de Saturno no labirinto do coração pelos porões obscuros acende a luz da alma num lampião de lembranças um souvenir de esperança e tu para e pensa calma alma... nada mais importa agora... já não faz mais diferença... As coisas têm um tempo certo pra ser... E nem sempre depende de você.

Tua Falta Tanta falta tua sinto... Pergunto-me o que te falta?
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Tua Falta Tanta falta tua sinto... Pergunto-me o que te falta? Qual enigma abre-te labirinto... A resposta meu som de flauta Há revolta no meu pensamento Só a falta que me faz não me cabe Tanto tempo d’amor sedento... E o vento passageiro só ele sabe... A falta nossa é tecido tempo falta Mantendo a eterna escassez Feito sempre afamado tempo Querer fazer tudo d’uma só vez Tua falta é me fazer nunca que já fez Quem sabe um dia quem sabe jamais... Eu saiba que sou Sô simples talvez... Tua indisciplina que Minh ‘falta faz Quem saberá sempre se doce deleite... Eu ‘anarquia que tu’ alma harmoniza O sol levante que no ventre se deite O doce delirante que tua boca precisa... Tua falta é saber que me apetece... A seiva bruta d’tua fotossíntese Saber sô semente que tu’ árvore floresce Acresce tronco e ramos em síntese...