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Frase de Romeu Felix Menin Junior

⁠Em Brasília, cidade das pedras portuguesas, Onde a arquitetura impõe suas certezas, Há um sentimento sombrio de desesperança, Onde a tristeza dança em cada lembrança. As ruas delineadas, frias e retas, Refletem uma alma em busca de respostas, A saudade permeia os corações solitários, Em meio a um mar de incertezas e cenários adversários. As pedras, silenciosas testemunhas do tempo, Contemplam a melancolia que se faz presente a todo momento, A nostalgia paira no ar, como um manto de dor, E a desesperança invade cada recanto com fervor. O medo sussurra ao pé do ouvido, Espalhando inseguranças e desassossego aturdido, Os sonhos se esvaem na vastidão do concreto, Deixando um vazio profundo e incompleto. Brasília, cidade de ângulos retos e sentimentos curvos, Onde a tristeza habita os corações mais reservos, A desesperança tece teias em cada pensamento, Deixando o horizonte envolto em lamento. Mas em meio às pedras portuguesas, uma chama persiste, Uma luz tímida, que mesmo triste, insiste, No poder da transformação, na força da esperança, Para romper as amarras da desesperança e da bonança. Que a saudade encontre seu lugar de acolhida, Nos corações resilientes, na alma atrevida, Que o medo seja um mote para a coragem surgir, E que as incertezas sejam oportunidades de existir. Pois mesmo em meio à desesperança e tristeza, Há uma resiliência que a cidade enaltece, Brasília, com suas pedras e histórias entrelaçadas, Guarda a esperança de dias melhores, renovadas. Que a desesperança e a tristeza possam se dissipar, Deixando espaço para a alegria voltar a ecoar, E que a cidade possa reencontrar sua luz, Em meio às pedras portuguesas, no compasso da cruz.

Romeu Felix Menin Junior

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Pensador.com

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⁠A natureza é um livro aberto, Cheio de mistérios por desvendar, Um convite para o pensamento,
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⁠A natureza é um livro aberto, Cheio de mistérios por desvendar, Um convite para o pensamento, Que nos leva a refletir e a indagar. Cada flor, cada folha, cada árvore, Nos revela um segredo profundo, E nos convida a uma jornada de descoberta, Que nos leva além do mundo. A natureza é um espelho da alma, Que nos mostra a verdadeira essência, E nos lembra que somos parte dela, E que devemos cuidar com consciência. Ela nos ensina que tudo está interligado, E que cada ser tem um papel a desempenhar, Que a vida é um ciclo sem fim, E que devemos aprender a respeitar. A natureza é um professor silencioso, Que nos ensina a arte da paciência, Que nos mostra que a beleza está na simplicidade, E que a vida é uma constante transformação. Que possamos aprender com a natureza, E encontrar o equilíbrio em cada estação, Que possamos ser guardiões da sua sabedoria, E protegê-la com amor e devoção.

⁠O tempo, esse grande mistério que nos cerca, Que nos faz pensar em tudo aquilo que se perde e se conserva, No século XXI, os pensadores continuam a tentar desvendá-lo,
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⁠O tempo, esse grande mistério que nos cerca, Que nos faz pensar em tudo aquilo que se perde e se conserva, No século XXI, os pensadores continuam a tentar desvendá-lo, A compreender sua essência, seu valor, seu legado. Harari, o historiador israelense, nos fala sobre o tempo tecnológico, E como a evolução rápida da sociedade nos torna cada vez mais específicos, Ele alerta sobre a importância de compreender o passado, Para construir um futuro mais justo, mais harmônico, mais avançado. Yuval Noah, o pensador contemporâneo, nos faz pensar sobre o tempo presente, Sobre como a pandemia nos mostrou a importância de viver intensamente, Ele fala sobre a incerteza, sobre a impermanência do mundo, E como o tempo nos leva a viver cada momento, de forma profunda. E no meio dessa reflexão, ainda há espaço para a poesia, Para a arte que nos ensina sobre a beleza da vida, sobre a alegria, Carlos Drummond, o poeta brasileiro, fala sobre o tempo da felicidade, E como o tempo é algo que não se compra, não se vende, não tem validade. Mas o tempo, ah, o tempo, continua a nos desafiar, Pois mesmo que os pensadores tentem desvendá-lo, ele continua a se reinventar, E assim, seguimos em busca de respostas, De compreender o que é o tempo, sua essência, suas forças. Mas talvez o segredo esteja em viver cada momento, Com sabedoria, amor e discernimento, E assim, deixar que o tempo flua, que se renove, que se perpetue, Sem pressa, sem medo, sem ansiedade, apenas vivendo, apenas sendo.

⁠A cada amanhecer, o sol se ergue novo, E traz consigo uma promessa de renovo, As folhas das árvores caem no outono,
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⁠A cada amanhecer, o sol se ergue novo, E traz consigo uma promessa de renovo, As folhas das árvores caem no outono, Mas na primavera, florescem novamente, sem abandono. A vida segue em ciclos, em movimento, O tempo passa, trazendo aprendizado e crescimento, E mesmo quando a saudade bate forte no peito, A esperança surge como um alento, um jeito. De seguir em frente, de sentir o coração, Bater forte novamente, sem hesitação, Porque os sentimentos bons nunca se vão, E a vida sempre encontra um jeito de nos surpreender, sem razão. Mas o medo, ah, o medo pode nos paralisar, E nos impedir de avançar, de continuar a caminhar, Mas é a fé que nos faz perseverar, E nos dá forças para continuar, para lutar. Por nossos sonhos, por nossos desejos, Por tudo aquilo que nos faz sentir vivos, E assim, a cada dia, seguimos em busca da renovação, Com esperança, saudade, sentimento bom, medo e fé no coração.

⁠O tempo, esse eterno enigma que nos cerca, E nos faz pensar em tudo o que se foi e o que ainda há de vir, Cada pensador, à sua maneira, tenta compreendê-lo,
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⁠O tempo, esse eterno enigma que nos cerca, E nos faz pensar em tudo o que se foi e o que ainda há de vir, Cada pensador, à sua maneira, tenta compreendê-lo, E desvendar sua essência, seu valor, seu destino, seu mistério, seu véu. Platão, o filósofo grego, nos ensinou sobre o tempo e a eternidade, E como o tempo é apenas uma ilusão da nossa realidade, Ele nos alertou sobre a importância de viver com sabedoria, E deixar a eternidade guiar nossa alma, com serenidade. Santo Agostinho, o pensador cristão, nos falou sobre o tempo e a alma, E como a alma transcende o tempo, em busca da verdade e da calma, Ele nos alertou sobre a importância de viver com amor, E encontrar na eternidade o caminho para a paz e o esplendor. Nietzsche, o filósofo alemão, nos falou sobre o tempo e a vontade de poder, E como a busca pelo poder nos cega e nos faz esquecer, Ele nos alertou sobre a importância de viver com autenticidade, E encontrar no amor a força para transcender a vaidade. Heidegger, o pensador alemão, nos ensinou sobre o tempo e a existência, E como a existência se revela no tempo, em sua plena essência, Ele nos alertou sobre a importância de viver com autenticidade, E encontrar na morte a revelação da verdade e da liberdade. Camus, o filósofo francês, nos falou sobre o tempo e o absurdo, E como a vida é um eterno desafio, sem sentido, sem escudo, Ele nos alertou sobre a importância de viver com paixão, E encontrar na existência o caminho para a rebelião e a razão. E assim, cada pensador nos deixou um legado, Um ensinamento sobre o tempo, sobre a vida, sobre o nosso fado, Eles nos ensinaram sobre a importância de viver intensamente, De aproveitar cada momento, de forma sábia e consciente. Mas o tempo, ah, o tempo, continua a nos desafiar, Pois mesmo que os pensadores tentem desvendá-lo, ele continua a se reinventar, E assim, seguimos em busca de respostas, De compreender o que é o tempo, sua essência, suas forças. Mas talvez o segredo esteja em viver cada momento, Com sabedoria, amor e discernimento, E assim, deixar que o tempo flua, que se renove, que se perpetue, Sem pressa, sem medo, sem ansiedade, apenas vivendo, apenas sendo.