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Frase de Danielle Duarte

Há coisas inexplicáveis diante os calores, os olhares. Diante os toques, o falar, o imaginar. Diante as entregas, sem ouvidos para pensamentos insanos e inquestionáveis. Diante tantas emoções vividas em um curto espaço de tempo te achei em mim. Diante as lições e tentações de te ter em meus braços. Diante a opção de me cobrir com teu corpo para não te ver partir. Diante a longa sensação de desespero ao não te ver. Diante ao breve apelo à me socorrer. Diante as forças da ilusão, na qual o meu coração se recusar a entregar-se. Diante a dor de um amor que por sua vez, leve brotou. Diante aos tantos sonhos sem o mero sentido. Diante a paz incapaz de trazer-a comigo. Diante o ardor das falas ao ouvido. Diante ao beijo jamais correspondido. Diante o desejo de recomeçar. Diante os teus olhos a me falar. Diante o abraço tão leve e encolhido. Diante um amor bem mais que proibido. Diante ao amor proibido, desistir é o próprio inimigo!

Danielle Duarte

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Vi muita gente indo embora, Se mudando para outro vazio, Que em seguida seria preenchido. Vi muita gente se despedindo, Outros correndo, Fugindo, Com medo de dizer adeus. Vi imensidões e vi cubículos. Guardei amores estourados, Amassados, Jogados no lixo. Vi olhares em desertos. Ouvi o som de estar só. Sofri um pouco, Ou pior. Vi mares em lágrimas. Retratos de artes inacabadas, Esquecidas, Ou simplesmente nada. Vi Ele, em minha frente. Um Homem, Com Magestade De deus. Um moço, que me ouviu, Me tirou, me corrigiu E me amou, verdadeiramente, Eu senti. Senti as batidas de amor, De um humano, Nem ciborgue, nem robô. Quanto amor... E o melhor de tudo: poder vê-lo, Em um dia qualquer, Calor ou FRIO. Ou nunca mais. Um frio gostoso na barriga, Uma aventura quente, Que não sai da mente, Nem da boca. Enquanto vejo pessoas, Também vejo fins e recomeços, Alguns traçados, E outros cheios de desordem. Principalmente: Me vejo, na fila do descaso, Esperando ao lado. Ao seu lado, Sentada, Na ladeira dos sonhos bons.