Pular para o conteúdo

Frase de Glauber Manganeli

Pelas manhãs O que quer? Filho, sabe como eu sou? Sabe mesmo como eu sou? Saiba que sou muitos pensando em como é a minha verdadeira solidão Quem não a conhece sabe que ela está mergulhada agora, se a encontrar Mais que só ela a terá E o nirvana? Então vá embora! (Escafandro) a fera que aguarda é faminta Ou fica se quer teu mundo novo em movimentos lentos E em fluidos devastadores, solitários descobrimentos profundos Para leigos, perturbadores. Para que antes eu te direi que já não podes mais voltar. Quem não me sabe sentir só conhece, são simplesmente pessoas Pessoas simples por todos os dias Daqueles que me respiram invisível vivo dentro Enquanto espreito desse Aquário, sem que saibam Pois os corpos só confundem as almas, eles me teriam Perdidos gritariam, mas o silêncio engoliria todos. Eles já puderam ver teu rosto envelhecer? Em contraste com o que não muda por traz, como suportar isso? Mas pense! A dor que seria isso nunca sentir, contra o belo eterno que alguém acredita existir Sente as pessoas mudarem sempre por fora? Há pessoas que são como casas que nunca entro, não as eram Não puderam ser reais. Há uma conclusão depois dos anos Que mais cedo ou mais tarde, te obriga a ver as coisas (Espero que possa perceber) Alguns se enveredam e sorriem a vida toda Sem se importar com o perecer Que para outros é inferno; para mim, não minto! incomoda um pouco. E aqui quando te sinto, nem deveria eu falar disto, é como falar sobre sonhos acordado Então teu lado desperto é me aqui um sonho, tu és meu lado dormido Ou um sonho que relato acordado.

Glauber Manganeli

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Glauber Manganeli

⁠⁠Dali voar, e no fim ser devorado por um passáro depois do banho de formigas
Continuar lendo

⁠⁠Dali voar, e no fim ser devorado por um passáro depois do banho de formigas o voo de abandono a gangue a pena negra nunca esquecida e o canto que restou por todos os danos não é para efeito de tempo os relógios derretendo e as caravanas longilíneas nos desertos não querem devorar um religioso está apenas fragmentando os prisioneiros os tornando livres em seus sopros em teu nascimento a face oculta celebrou e um pouco de cada pedaço teu guardou em gavetas codificou em estigmas as respostas dos segredos e no sofrimento fez a chave no amor nada no prazer o caminho na dor o intento na solidão a compreensão no desejo a vontade da indústria do circo a plebe tem saudade do veneno do vício do vício de lealdade da causa que dá sentido por não ter escolha ignorantes da unidade onde tudo se fragmentou quem dele se decidiu ser cada parte de uma mão que toca o violino seu corpo está longe na beira de praia esse corpo em descarte de tua torre enviou um navio até a minha para encontrar algo sem sentido que te retorna te inflama e me traz de volta tuas cinzas no regresso queima a minha leva as cinzas e no mar naufraga para sempre no fundo onde tudo ressoa.

⁠ A fera citada A população é toda duas feras
Continuar lendo

⁠ A fera citada A população é toda duas feras Aprisionadas em uma esfera de cromo Quem sente mais isso? Eu te devoro e te regurgito Na espera de que ainda esteja vivo Para te devorar de novo Sem aviso de um lado para o outro Todos os dias eles se aprisionam, quando acordam Quando saem nas ruas, quando as tomam E tornam serem feras, sem saber Até dormirem de novo.

⁠Dádiva para ti Eu falo de um passado onde em meio existo A mente não vive apenas no presente
Continuar lendo

⁠Dádiva para ti Eu falo de um passado onde em meio existo A mente não vive apenas no presente Só a carne que sim! A dádiva de se prender e unir as duas partes para um fim Esse que não é poder saber o que só as palavras o bem sabem. Sei que vivo, e do teu lado sabe também É fato mesmo não sendo, mesmo não sendo noite, é! Para onde o sol vai quando dorme? talvez tenha ido recuperar tantos enganos para torná-los rostos Quem está errando mais aqui quando estamos? Vez em quando vendavais Eu sempre sinto a culpa Afinal somos amadores, detestamos perder É preciso usar do artifício ilegal. A caixa com explosivos tem beijos e flores Tem uma forma de mulher Sabe o que os fracos precisam? Absolutamente nada! As coisas que atraem mais são as que perdem a emoção depois Conforme vão se intensificando vão enfraquecendo Trazendo as correspondências dos cadáveres em teu nome. Já experimentou colher de mãos frias?

⁠A lógica das aranhas Fica mais difícil a maneira que se entende Quanto mais se entende
Continuar lendo

⁠A lógica das aranhas Fica mais difícil a maneira que se entende Quanto mais se entende Se entedia rápido onde tudo é rápido Se vai um dia inteiro de sol. Uma matemática frustrante em tuas somas Em teus gastos se consome tanto por aquele sorriso Um brinde às vezes, sem embrulho, sem embaraço A sensação está esvaziando? São só coisas onde se encontrou, faz tudo que não entende Só para sentir de novo a sensação Um olhar selvagem do dono no alto No calor mais forte do verão através da água azul Ouça! Está tudo desaparecendo, desabando sob o mesmo céu Estão rolando rua abaixo atrás do culpado que sorri Ele está sentado com os pés descansados Na sobra do verão mais quente do século Por anos ele pode ver tudo, sabia antes de tudo acontecer. Um mundo acabou na esquina, um alguém enganado A esperança tenta com todas as forças Mas quem pensa que irá se libertar é cego Há muitos olhos desejando a noite Muitas peles frias, muitas e muitas mais sozinhas Desencontrados, vamos para qual rua hoje? Se não trocarem os caminhos talvez irão se encontrar Na brisa do verão mais quente, na passada desnecessária Tente ser o mesmo que foi Traga de volta mesmo que seja falso.