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Frase de Taffarel Ramos Sobrinho

Ventos da orla Cheiro de mar Olhares distantes Sem pestanejar Se me deito eu sonho A areia é um aconchego O vai e vem da maré Na ponta dos meus dedos Passam senhores e meninos Mulheres e meus ais Imagino o que se pode E o que não se pode mais Breves anos eu passei Suspirando a beira mar Mas eu nunca encontrei Um ideal pra eu amar Só o mar me corresponde Mas coragem eu nunca tenho De ir lá onde se esconde O prazer e me abstenho Se eu réles e covarde Se eu fraco e perdedor Não encontro a mim mesmo Que dirá um grande amor

Taffarel Ramos Sobrinho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quando é tarde da noite No auge da solidão e da melancolia Onde as ruas mais parecem um cemitério
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Quando é tarde da noite No auge da solidão e da melancolia Onde as ruas mais parecem um cemitério E os ventos chicotes de açoite a soar na vaga escuridão é que me vejo em espelho E visito o mais profundo do meu ser É onde vivo,choro,morro e amanheço.