Frase de Roberto Celestino
EU. Se Eu tenho você Eu sou o sujeito, Se não tenho, Sou apenas um sujeito Sem predicado. Sem você Não existe predicado. Sou apenas um sujeito, Sem jeito.
No pensador.ai desde
EU. Se Eu tenho você Eu sou o sujeito, Se não tenho, Sou apenas um sujeito Sem predicado. Sem você Não existe predicado. Sou apenas um sujeito, Sem jeito.
No pensador.ai desde
Somos pecadores não porque cometemos algum pecado, mas porque o pecado habita em nós e nos leva a pô-lo em prática.
Em suas matas o vento Delicia-se ao passar, Acariciando suas árvores
Em suas matas o vento Delicia-se ao passar, Acariciando suas árvores Não se cansa de soprar, Se pudesse se deteria Dessas matas não sairia Pra soprar em outro lugar. Obs. Sobre Taquaritinga do Norte,sua cidade Natal.
Saudades Uma Poesia de Roberto Celestino Saudades,
Saudades Uma Poesia de Roberto Celestino Saudades, Transborda em meu coração. Me subjuga, Me sufoca. Por vezes me leva ao chão, Por vezes me eleva Fazendo-me chegar a ti. Pois hoje, Só posso te encontrar Nessa nuvem espessa: Saudades. Me envolve, Me subjuga, Sufoca-me. Mas faz-me lembrar de ti, Dos teus afagos, De tuas carícias, De nossas delícias. Saudades. Me causa dor Dor de ver-te triste, Prenunciando tua partida Em um canto recolhida Já não ousavas me olhar. Dor, Ao ver-te de mim sendo levada Ver nossas esperanças jogadas Misturando-se as cinzas Enterrando meu amor! Prisão. Nascemos presos E assim permanecemos, Mas eu não percebi Até o dia que te Desprendeste de mim, Só aí me dei conta Da minha prisão, Não de grades,ou de paredes, Pois estou preso a tua lembrança. Saudades. Subjuga-me, Sufoca-me, Causa-me dor, E paradoxalmente Ajuda-me a viver. Pois hoje é nesta saudade, Que ainda posso Encontrar-te E sentir um pouco... De você.
A Chuva Gotas que chegam repentinamente Regando a terra,escoando pelo chão,
A Chuva Gotas que chegam repentinamente Regando a terra,escoando pelo chão, Trazendo alegria ao velho torrão Que anseia pela sonhada semente. A chuva traz confiança Ao pobre sertanejo sofrido, Que de tanta seca vivido Quase perde a esperança, Mas Deus sempre os socorre Onde quase tudo morre E só resiste quem é forte, A chuva renova a vida Rega a alma ressequida, E afugenta o cheiro de morte.