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Frase de Gleice Priscila

Baile de Gala Ao cortinar do anoitecer, Bosques, matas e campos Prestigiam o espetáculo. O que antes era pura escuridão Transforma-se em lampejos e fascínios. Trajados de ternos castanhos, Os cavalheiros desfilam seus encantos. Seja em piscadas longas, rápidas ou constantes, Demonstram o poder da persuasão. E as jovens donzelas, Reluzem como purpurinas, Pousam de difíceis, Analisando se concedem ou não A dança da procriação. Mas quando surge a química, Machos e fêmeas se deixam levar Pelas asas da paixão. Estes pequenos anfitriões, Conhecidos como vaga-lumes Ou pirilampos, São capazes de gerar a própria luz. Luzes estas, em tons esverdeados, Que até clareiam o crepúsculo Dos corações quebrantados.

Gleice Priscila

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Pensador.com

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Outras frases de Gleice Priscila

Imenso amor. Confesso que te amo; amo tanto que já não é mais possível
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Imenso amor. Confesso que te amo; amo tanto que já não é mais possível camuflar este sentimento que incendeia o meu ser e assim, como um camaleão, almejo revelar as cores desta paixão. Deixa vai? Eu gritar para o mundo ouvir, o quanto te desejo! Não se preocupe com o que vão dizer, pois a chama desse amor derreterá qualquer barreira. Deixa vai? Eu percorrer os caminhos do seu corpo, mas com carta-branca para alcançar o teu coração. Deixa vai? Meus dedos embrenharem-se em teus cabelos encaracolados, em desalinhos e carícias, Prometo mexer ainda mais com as tuas emoções. Deixa vai? Eu me perder nas profundezas dos teus lindos olhos negros e em seguida poder me encontrar, no calor dos teus braços. Deixa vai? Eu mergulhar em teus lábios fartos e de imediato, colorir o céu da tua boca com o meu sabor. Deixa vai? Eu soprar bem no pé do seu ouvido, palavras doce feito mel, mas com o poder de um furacão que irá ti provocar um misto de sensações. Deixa vai? Eu caminhar do teu lado rumo à felicidade Não quero apenas uma aventura, mas sim, para toda a nossa eternidade. Em vista disto, pintaremos as páginas do livro da vida com todas as cores do arco-íris. E se eventualmente, a tempestade chegar não se aflija, porque certamente nos agarraremos no alicerce da confiança e nos abrigaremos na fortaleza deste imenso amor!

⁠Tecendo História. Em perfeita sinfonia Um bando de araras anunciava,
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⁠Tecendo História. Em perfeita sinfonia Um bando de araras anunciava, Os prelúdios de grandes transformações. O vento quente de verão Beijava com esplendor, As perfumadas folhas das aroeiras. E em veneração As miúdas flores vermelhas, Caiam feito tapetes Por cima da terra dourada, Ah! Terra adorada de Salvador! Já o mar! Com suas águas espumantes, Trazia um povo fugido Da tropa de Napoleão. Ao desembarcarem, Ondas de satisfação os invadiram, Uma vez que o sabor adocicado, Derreteu toda salmoura Que até então Envolviam a alma. Porém, a coroa portuguesa Ainda iriam provar, Do gosto amargo de muitas batalhas. Contudo, D. João VI decretou As aberturas dos portos E a comercialização inglesa, Foi permitida. Dentro de poucos dias, A corte se despediu Da região baiana E mergulhou, na cidade maravilhosa. Pedras sobre pedras O Brasil foi erguido, Deixou de ser colônia Para ser Reino Unido. Neste período Joanino Construíram palácios, teatros e escolas. A fauna e a flora foram rebuscadas, Em “Belas Artes”. Rio de Janeiro, à então capital do Brasil, Era a que mais desfrutava De todas essas melhorias. No entanto, as demais capitanias Se viam injustiçadas, Já que os impostos, só aumentavam E os laços internacionais se estreitavam. Entretanto, a população lutava Para se libertarem, Das correntes políticas e econômicas. Revoluções explodiram no Brasil E também, do outro lado do atlântico E os estilhaços de insatisfação, Se espalhou por toda direção. Dessa forma, D. João não teve saída. Voltou para Lisboa, Largando no Rio de Janeiro, Seu filho Pedro de Alcântara, Como príncipe regente. O jovem governante se encontrava Em uma maré de dificuldades. Uma vez que a elite de Portugal, Desejava restabelecer A aliança colonial. Então, a realeza exigiu, Que o D. Pedro também retornasse. Apesar disso, o príncipe decidiu Trilhar o caminho separatista. Facções se formaram, Mas o povo confrontava, E não aceitavam os retrocessos. logo, um clube de resistência se formou E o senado brasileiro recebeu, Uma carta com milhares de assinaturas Que defendia a permanência, De D. Pedro no Brasil. E como se dançasse um “minueto”, O príncipe bateu os pés E com a voz imponente declarou Que iria ficar! A corte combatia Os privilégios brasileiros. Ainda assim, influenciadores incentivavam, Que D. Pedro continuasse a marchar Em busca de mais autonomia. Em meio a tantas tempestades, Um feixe de luz inundou A mente da princesa Leopoldina. Posto que, o príncipe viajava Para resolver alguns conflitos. O poder agora se achava Nas mãos, da jovem princesa. Com adrenalina correndo nas veias, Leopoldina convocou Uma sessão extraordinária Conduzida, por José Bonifácio, Visto que era considerado, Braço direito de seu esposo. Corajosa e determinada, A imperatriz assinou o decreto, que iria escancarar as portas, Da tão almejada liberdade. De imediato, os sinos tilintaram, Espalhando a grande novidade. Já no litoral paulista, O príncipe havia sido avisado, Da valentia de sua Leopoldina. De pressa, D. Pedro de Alcântara Levantou a espada E a sua voz, cortou o horizonte Ao proclamar a independência do Brasil. Enquanto isso, O sol irradiava esperança. E o rio Ipiranga, Transcorria tranquilamente. Outrora, se reinventava, Contornava todas as pedras, Que surgia em seu percurso. Portanto, a natureza revelava As dificuldades que a pátria, Ainda iria atravessar.

O girassol e a linda menina. Em um certo vilarejo, havia um maravilhoso jardim com várias rosas, jasmim, gardênias, violetas, cravos, copos-de-leite e um gracioso girassol. O vento vinha delicadamente, dançando fazendo exalar o perfume das flores.
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O girassol e a linda menina. Em um certo vilarejo, havia um maravilhoso jardim com várias rosas, jasmim, gardênias, violetas, cravos, copos-de-leite e um gracioso girassol. O vento vinha delicadamente, dançando fazendo exalar o perfume das flores. Lá só existia alegria, paz e harmonia. Os pássaros cantavam o hino do amor e as borboletas aplaudiam com júbilo. Ao lado corria um riacho com águas cristalinas onde os peixes transbordavam de tanta felicidade. O sol acalentava sorridentemente iluminando o ambiente. Porventura, surgiu de trás de uma árvore uma linda menina com seus cabelos anelados e um par de olhos parecendo dois retalhinhos do céu, que observavam o esplêndido girassol. O girassol era de um amarelo intenso e suas pétalas de um tom alaranjado que brilhavam majestosamente. Enquanto o girassol exibia sua elegância, a linda menina continuava a lhe observar. Porém, a garotinha Não se conteve e foi se aproximando serenamente passando por entre os cravos, copos-de-leite, jasmim e enfim pode apreciar o girassol de perto e perceber o quão era deslumbrante. Prontamente a linda menina começou acarinhar o girassol e dos teus lábios desabrochou um belo sorriso e o seu coraçãozinho bateu freneticamente de tanta emoção. - Em seguida ela lhe deu um doce beijo e os teus lindos olhos azuis brilharam de contentamento. Um pouco mais adiante, perto das rosas e gardênias estava um colorido beija-flor beijando delicadas violetas. Para a linda menina foi inesquecível toda magia vivida naquele belo jardim que localizava-se em um vilarejo. Foram dias fantásticos que a garotinha viveu na casas dos avós durante as férias escolares. A linda menina morava na cidade grande e lá não encontrava o frescor da natureza, o belo canto dos pássaros e não vislumbrava flores tão brilhantes, perfumadas e muito menos um girassol tão extraordinário e magnífico igual ao que havia naquele fascinante jardim. ⁠

Canaviais. Vocês vieram da família das gramíneas, nasceram no berço da Oceania
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Canaviais. Vocês vieram da família das gramíneas, nasceram no berço da Oceania e viveram por um bom tempo, cercadas de montanhas densas e robustas. Entretanto, cresceram e criaram raízes, raízes estas como garras de felinos. Com o decorrer das emigrações, suas sementes foram disseminadas e diversas nações, as colheram de braços abertos. Mãos ágeis e calejadas, cultivaram as ramas preciosas gramas estas que eram regadas, com o suor de um povo batalhador. Fosse em baixo de chuva ou de sol, verdejantes canas-de-açúcar, se mantiveram de pé e feito grãos de cristais, se espalharam em grande escala. Oh! Canaviais! Permaneçam a nos enlaçar, com doçura e versatilidade. Oh! Canaviais! Continuem a derramar, a pureza do melaço, para nutrir o solo dos nossos corações. Oh! Canaviais! A Terra gira, gira e não se cansa, de brindar pela sua existência. Oh! Canaviais! Ainda que nós seres humanos, muito das vezes agimos mal Porém, não desistam da gente não! Já diria o velho ditado: “rapadura é doce, mas não é mole não!” Oh! Canaviais! És fonte de energia, és o combustível que sustenta, a nossa perspectiva de um mundo melhor. ⁠