Frase de Vera Medeiros
Brasil: mostra a sua cara Atrás dos olhos, a imagem... Todos olham. É certo ou errado? Uma quantia, boa quantia, tripla quantia. Dinheiro, muito dinheiro. Rio quarenta graus!!! Antes uma verdade, hoje a realidade. Crianças assassinadas. Crianças... Súbitas crianças... Crianças heterogêneas. “Olha que coisa mais linda, que coisa mais bela, é ela que passa” Crianças rejeitas, desamadas, largadas. Doadas para a vida. Doadas para a rua. Crianças inquietas, fadonhas. Que ficam jogadas ao vento, ao lento, ao tempo. O que elas pensam? No maior evento? Esconder-se no craque? Amarrar a trocha, descer a rua? Esconder-se no beco, no lixo? Sem consciência, sem utopia, sem infância. Interesses, dinheiro, poder, regimento, estatuto. Qual a perspectiva de vida? E o futuro? Há crianças morrendo à míngua. Interstícios... E a humanidade enclausurada. Objeto fóbico. “Acorda Maria bonita, Levanta, vem fazer o café, Que o dia já vem raiando... E a polícia já está de pé”.
No pensador.ai desde