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Frase de Diego Lelis

⁠As ladainhas desentoadas, o latim mal sabido, a batida seca da máquina de costura, as linhas de bordado, os papéis de seda e os velhos riscos de ponto cheio, cheio de amor, cheio flor e ramos de tudo que é cor. A janela e a roseira branca. Oh mãe! Oh minha mãe!

Diego Lelis

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Um olhar; nos percebemos Um sorriso; nos aproximamos Um abraço em dia de festa; nos abrimos ao outro Duas vidas partilhadas; nos amamos!

⁠Uma tontura no meio da rua, a vista turva, o corpo molhado. Valei-me, Deus! Morre-se! Passou.
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⁠Uma tontura no meio da rua, a vista turva, o corpo molhado. Valei-me, Deus! Morre-se! Passou. Uma reza comprida, outra tontura! Menino, que você tem? Nada não, passou. Um café, uma parede, outra pessoa, outra tontura. Menino, tonteou? Foi, mas já passou. Um médico, um sorriso amarelo, um diagnóstico. "Moço, é só coisas do coração, não mata não".

⁠A gente inventa a beleza para esquecer a tragédia, a gente inventa o amor para apagar a ausência. A gente inventa a vida para esquecer a morte
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⁠A gente inventa a beleza para esquecer a tragédia, a gente inventa o amor para apagar a ausência. A gente inventa a vida para esquecer a morte e na morte reinventamos a vida. Reinventamos a beleza, no amor e na vida. Assim, seguimos vivendo, morrendo, revivendo e reinventando com um único fim. Viver para amar e amar para viver.