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Frase de Ademir Missias

⁠Assim somos Dá concepção ao nascimento, Começa o envelhecimento Entre sessenta a oitenta, uma nova faixa de idade Talvez sinta-se nesta contextualidade, Detectados essa aparição, Envelhecer não faz parte desta geração; São os mesmos em que a algum tempo surgiram na época entre adulto e criança, Não sabiam o que vestir pouca era a confiança; Mas passado essa fase Levando a vida razoável com muito trabalho e dedicação, Escolhendo o que mais gostava para a sua profissão, Muitos já aposentados Sem medo do ócio ou solidão; Os filhos todos criados Cada um para o seu lado, Preferem contemplar a serra, o céu e o mar, Esses nem querem se aposentar, Sessentões de hoje em dia, Tanto físico como intelectual, Tudo para ele é natural Convivem bem com a tecnologia, Lembram da juventude sem aquela nostalgia Estão sempre alegres e sorridente Nas festas estão sempre presente Não ganhar presentes quando criança, Não teve importância, Sem mentira e sem medo, Hoje a diferença é o preço do brinquedo. Fazer comparação talvez seja covardia, Ouvir aquelas belas musicas Que não se fazem hoje em dia. Ademir Missias

Ademir Missias

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Pensador.com

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A poesia acalma, renova a alma, planta a semente
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A poesia acalma, renova a alma, planta a semente refresca a mente, Atrai a canção Alimenta o coração revigora o sabor e renova amor. Das manhãs de orvalho, na estrada longa, no atalho, nos dias de chuva em lua cheia... E nas tempestades...

Banco do meu Jardim Num banco ao lado de um toco, Que um dia foi jatobá,
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Banco do meu Jardim Num banco ao lado de um toco, Que um dia foi jatobá, Esta era de muita idade, Dela ficou saudade, acabou -se em uma tempestade, Deu lugar a um lindo e florido manacá Sentados naquela Bancada Em noites de lua cheia, ofuscada pela nuvem branda que a margeia Quase a gente não a via, Lá tinha muita magia Eu e minha amada, Para que falar de vida alheia.

⁠⁠Sonho e Desejo ( Soneto) Despir-se o corpo e afoguear Encolerizar-se pelo coração que bate arfante;
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⁠⁠Sonho e Desejo ( Soneto) Despir-se o corpo e afoguear Encolerizar-se pelo coração que bate arfante; desejos desse instante! Sonhar com natureza as estrelas e o mar; Álacre o clarão do luar! O sal deixar o mar, Buracos negros e as estrelas se dissiparem Da natureza o verde desarvorar, O fogo do corpo e do sol e apagarem. O mal desaparecer, Da prisão domiciliar sair O clarão da vida reaparecer, Deixe-me contemplar, Antes de me despedir, Quão lindo o verde de seu olhar.