Frase de Francisco Jefferson
Sou um peixe a se estranhar Sou de letra, não de água Não sou de rio, mas de página Navego o mar das palavras, Onde existir é viajar.
No pensador.ai desde
Sou um peixe a se estranhar Sou de letra, não de água Não sou de rio, mas de página Navego o mar das palavras, Onde existir é viajar.
No pensador.ai desde
Canetas e lápis soltos Papéis, cadernos, agendas Tudo, tudo e mais um pouco
Canetas e lápis soltos Papéis, cadernos, agendas Tudo, tudo e mais um pouco Tal pintura, triste cena Cada instrumento meu Sobre a mesa despojado Não consigo escrever assim Sem ti, sou um reles letrado.
A vida é, verdadeiramente, apenas um incômodo em meio à paz na inexistência
A vida é, verdadeiramente, apenas um incômodo em meio à paz na inexistência e o descanso na morte.
Somos como as nuvens que navegam no mar do céu. Nos despedaçamos, nos unimos, nos tocamos. Dançamos, sacudimos, nos chocamos. Ficamos cheios de mágoas e depois choramos. Como os trovões gritamos e como os raios, ferimos. Como as tempestades, nos revoltamos. Passada a tormenta, no…
Somos como as nuvens que navegam no mar do céu. Nos despedaçamos, nos unimos, nos tocamos. Dançamos, sacudimos, nos chocamos. Ficamos cheios de mágoas e depois choramos. Como os trovões gritamos e como os raios, ferimos. Como as tempestades, nos revoltamos. Passada a tormenta, nos entregamos a este azul infinito, indecifrável, irredutível, que é o oceano da vida. Somos empurrados pelo vento, o destino que não controlamos. Reféns do tempo nos desmanchamos. Para o nada, para o temido nada, simplesmente ao nada, retornamos.
Dói não ter a que recorrer, Querer falar sem ter palavras, Dói ver a se mesmo e perceber:
Dói não ter a que recorrer, Querer falar sem ter palavras, Dói ver a se mesmo e perceber: Tudo é uma queda e não temos asas.