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Frase de José Eduardo Soares de Almeida

Editando a própria história Num parágrafo a história se inicia. Dois pontos no destino E vírgulas para separar as fases da vida. Há uma barra nos momentos difíceis, Letra maiúscula onde amor se encontra E asterísco pra relembrar as vitórias. Há uma interrogação pro futuro, Um novo estilo no presente E Backspace no passado. Dê um Page-Up na tristeza, Deixe um espaço pra emoção E aperte Enter na alegria. Dê Ctrl+Z no que fez de errado, Ctrl+C nos bons momentos E Ctrl+V num mural de fotos. Deixe o título com a paz, Centralize as idéias E salve com gratidão. Delete toda solidão, Insira alguns amigos Até chegar no ponto final, o fim da vida.

José Eduardo Soares de Almeida

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de José Eduardo Soares de Almeida

Porque te amar é a melhor coisa do mundo. Te amar é ver estrelas na escuridão dos teus olhos negros, É encontrar conforto na imensidão calma dos teus braços,
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Porque te amar é a melhor coisa do mundo. Te amar é ver estrelas na escuridão dos teus olhos negros, É encontrar conforto na imensidão calma dos teus braços, É olhar no espelho e ver que já não sou só eu que me vejo, É ver que a vida é bem mais bela quando juntos sorrimos, É semear flores no quintal a qual viveremos dançando, É acordar do seu lado e pensar que ainda estou sonhando, É viver a vida em paz como duas crianças brincando, Despreocupados do caos, em frente e sempre se amando, Porque te amar é a melhor coisa do mundo...

Enquanto a tua alma, indecisa, vagava pelo tempo atrás de caminhos incertos, eu só pensava andar por um caminho já feito, em pensamento, contigo de mãos dadas. Como um sonho passageiro, daqueles que nascem de manhã e morre a tarde, você não percebeu que a noite chegava e a escuri…
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Enquanto a tua alma, indecisa, vagava pelo tempo atrás de caminhos incertos, eu só pensava andar por um caminho já feito, em pensamento, contigo de mãos dadas. Como um sonho passageiro, daqueles que nascem de manhã e morre a tarde, você não percebeu que a noite chegava e a escuridão tapou seus olhos, não deixando que você visse além. Você via apenas vultos de si mesma, vagando na neblina da memória sofrida, atormentada pelo medo, e alguns poucos raios de luz, trazidos por um coração de viajante até venceu a frieza das trevas, mas não aqueceu nem despertou o coração que se acostumou a tatear no desconhecido confiando apenas na própria intuição.