Pular para o conteúdo

Frase de Richard Bach

A PONTE PARA O SEMPRE Pensamos que, às vezes, não restou um só dragão. Não há mais qualquer bravo cavaleiro, nem uma única princesaa passear por florestas encantadas. Pensamos,, às vezes, que a nossa era está além das fronteiras, além das aventuras. Que o destino já passou do horizonte e se foi para sempre. É um prazer estar enganado. Princesas e cavaleiros, encantamentos e dragões, mistério e aventura... não existem apenas aqui e agora, mas também continuam a ser tudo o que já existiu nesse mundo. Em nosso século, só mudaram de roupagem. As aparências se tornaram tão insidiosas que as princesas e cavaleiros podem se esconder uns dos outros, podem se esconder até de si mesmos. Contudo, os mestres da realidade ainda nos encontram, em sonhos, para nos dizerem que nunca perdemos o escudo de que precisamos contra os dragões; que uma descarga de fogo azul nos envolve agora, a fim de que possamos mudar o mundo como desejarmos. A intuição sussurra a verdade! Não somos poeira, somos magia! Feche os olhos e siga sua intuição.

Richard Bach

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Richard Bach

"Estamos sempre partindo. Sempre dizendo adeus."
De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco.
Continuar lendo

De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco. Que o céu não pode ser afetado. Meus problemas, para o céu, não existem, nunca existiram e nunca existirão. Que o céu não interpreta o mal. Que o céu não julga. Que o céu, muito simplesmente, existe. Existe, quer desejemos aceitar esse fato ou nos enterrar-nos debaixo de mil quilômetros de terra ou mais fundo ainda, sob o teto impenetrável da rotina. — Ora, desça das nuvens, bote os pés no chão! – dizem as pessoas. Mas, em ocasiões tão diversas quanto naquela praia deserta ou numa rua super movimentada, eu fui transportada do mais negro desespero para a liberdade. Da irritação, da raiva e do medo para a constatação: — Ora, que me importa? Eu sou feliz! Só por olhar o céu... O céu não é Deus, mas para as pessoas que gostam de voar, o céu pode ser um símbolo de Deus e, pensando bem, até que um bom símbolo. ... O céu está sempre lá em cima. Não pode ser enterrado, transladado, acorrentado, arrasado. O céu existe, apenas, queiramos nós ou não, olhemos ou não para ele, amemo-lo ou odiemo-lo. Existe: quieto, grande, presente. O céu é uma coisa misteriosa. Está sempre se movendo, mas nunca desaparece. Não liga, para nada que seja diferente dele. O céu sempre existiu, sempre existirá. O céu não entende o mal, não fica ofendido, não exige que façamos nada em especial, em nenhuma altura. Não é um bom símbolo de Deus?