Pular para o conteúdo

Frase de Débora Almeida

que o branco não é preto? Ou amarelo não é vermelho? Fazeria alguma diferença? Por que o “A” não “B”? Ou o “X” não é “Z”? Será que mudaria o sentido? Se o “1” fosse “2”, ou O “3” fosse “13”, importaria? Se a cor branca for chamada De preta ela mudaria Sua tonalidade? Só por causa da nomenclatura Mudaria alguma coisa? Ou ficaria a mesma? Se o direito fosse Chamado De esquerdo, Erraríamos o caminho? Ou tudo é uma questão De escolha ou de significados?

Débora Almeida

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Débora Almeida

Estava como um azul opaco, sem luz, sem brilho, estava eu estatalada, desligada e acorrentada pela amargura,
Continuar lendo

Estava como um azul opaco, sem luz, sem brilho, estava eu estatalada, desligada e acorrentada pela amargura, estava eu no estava. Presente estou, pelo azul vivo que em minha face aparece, ligada nas situações ao meu redor e livre, Estou eu feliz no presente que vivo.

Folha seca me leva. Já se foi, a unica folha seca que restou, resplandece em mim o folha seca que se foi. Me leva com você para as esquinas, e eu irei a acompanhar-te nesses seus longos e curtos passos ao flutuar. Este rítimo musical que silencia minh'alma que me desperta a cad…
Continuar lendo

Folha seca me leva. Já se foi, a unica folha seca que restou, resplandece em mim o folha seca que se foi. Me leva com você para as esquinas, e eu irei a acompanhar-te nesses seus longos e curtos passos ao flutuar. Este rítimo musical que silencia minh'alma que me desperta a cada dia mais. Eu só quero é não entender que devo me destruir e sim quero ter a semelhança dos sábios, que querem a certeza dos sábios que não são tão sábios assim.