Frase de Manuel Santos
Dedico esta publicação [meu poema nº 500, aqui na rede] À Alma da minha Santa MÃE, que partiu deste viver/morrer, por motivos de cancro; após ter sido tratada pela nora [minha Linda Esposa] durante mais de cinco anos, dois dos quais acamada; sem a ter deixado ganhar uma única chaga/escoriação, naquele pobre [por tão sofrido] corpinho! Abandonar uma Mãe ou um Pai, num lar… Ai de quem, abandone em tal seus pais; Alegando pra tais não ter vagar; Esquecendo dos tais tão dedicar; Que cá, ninguém consegue, um contar mais! Dedicar, neles tido, no criar; Dos tão bons pais, que cá tais fizeram; Pelos quais, de si, cá tanto deram; Que cá ninguém consegue, um mais contar! Porque um pagar tão igual, cá irão ter; Naquela dor sentida de abandono; Que a quem os criou, em tal, tão deixaram!... Por neles ter havido, um esquecer; Que em seu semear, haverá retorno; Idêntico, ao que semearam. Com o sentir [de quem teve SEMPRE na sua e deles casinha] A MÃE e o Pai, até de cá; terem partido.
No pensador.ai desde