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Frase de Márcio Souza

A ESTRADA Velha, solitária e longa estrada de terra batida, Que aos poucos, desaparece ao final da curva, Eu busco esperanças e os novos sonhos de vida, Deixando as marcas no chão dos sinais da chuva. Um chapadão que se perde no infinito, Sob o perfume da terra e da Natureza, Uma montanha que surge de azul tão bonito, Formando um ambiente ideal e de rara beleza. É um pedaço do céu, que se encontra com a terra, É o ar puro que se mistura ao cheiro e frescor, Com o verde das plantas e a beleza da serra, Numa perfeita harmonia do Deus Criador. Passo a passo eu sigo meu caminhar, Levando saudades de alguém que ficou, E não medindo distância aqui vim buscar, O bálsamo da vida, para a cura de amor. Um amor de fantasia, de quimera ilusão, Sem opção de escolha, nem outro caminho, Que deixa marcas profundas no coração, Não vale a pena sofrer e amar sozinho. E nesse paraíso solitário eu vou vivendo, Numa meditação de leveza e de alma pura, Minhas tristezas de amor eu vou escondendo, Pois o tempo é sábio e com o tempo se cura. Vim buscar minha paz, meu sossego de vida, No sopé daquela serra e ao final da estrada, Numa casinha simples e nessa terra perdida, Fincarei minhas raízes e farei minha a morada. O próprio tempo ao seu tempo, afinal vai dizer, Sobre paz que me envolve e o desejo de ir embora, Mesmo que minha memória se recuse a esquecer, A velha estrada e tempo escreverão minha história,

Márcio Souza

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Pensador.com

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⁠ ETERNO AMOR 781 Márcio Souza Pela primeira vez que te vi As nuvens no céu se abriram Com a luz do teu amor renasci E felizes as estrelas sorriram. Perambulei pelas galáxias infinitas Como um caminheiro errante Tu, entre as estrelas, a mais bonita E do universo a mais brilhante. Amamos, fizemos juras de amor Vivemos em êxtase de lua de mel Aspiramos perfumes das flores, Como dádivas caídas do céu. Do lindo amor que plantamos Com muito amor e carinho Fiz de ti a beleza do meu sonho E a mais linda flor do meu jardim. Desse amor puro e sincero Transformado em brisa ou chamas Será vivo e sempre eterno Porque eu te amo e tu me amas. Márcio Souza

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CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes, Com os teus raios de esplendor, Tuas luzes em forma de preces, De muita paz e amor. Oh, lua, querida lua, Romântica e apaixonada, Traz-me em toda beleza tua, Os beijos de minha amada. É esse beijo que consola, Alegra e me alivia o coração, E aos poucos eu mando embora, Parte desta minha triste solidão. Oh! Lua ao retornares, Tome a mesma direção, Peço-te para minha amada levares, Meu amor, meu coração. Entre os ciprestes verdes, Como namorados ao luar, Amanhã eu quero ver-te, Trazendo, o meu amor pra eu amar. Oh! lua branca prateada, Vais depressa, por favor, Vais buscar a minha amada, Traz pra mim o meu amor! Márcio Souza