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Frase de Paulo Shangio

MÃE! Obra magnífica do criador Ser perfeição Ser sentimento Ser que gera em si, outro ser Mãe! Presença graciosa na geração da vida Participação direta e essencial neste presente tão genuíno Eis a mãe! Protetora! Ajudadora! Lutadora! Paciente! Bondosa! Mãe é ncapaz de negar afeto ao filho Sujeita-se aos privilégios deste. Rejeita o seu próprio prazer, por ele e para ele Muitas vezes, a mãe chora Chora lágrimas de sangue Elas percorrem o imenso vazio deixado pelo filho querido Mãe! É a intensa busca do bem querer Amor que suporta Suporta a dor do parto A dor da perda A dor da despedida A dor da saudade Amor que ensina Mãe recebe o não, mas dificilmente nega o sim Ela sabe ensinar com palavras certas e no momento certo Amor que corrige Mãe é sábia ao repreender o filho, quando este encontra-se distante das suas mãos, do seu olhar Amor que adota Mãe que recebe a vida no colo. Que acolhe Que carrega nos braços e abraça Aquele sem nome Aquele sem raça Aquele sem casa Aquele sem cor Amor que espera Mãe que passa dias, meses, até uma vida inteira, aguardando o seu fruto chegar Amor sem limites Amor incondicional Amor Mãe

Paulo Shangio

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Pensador.com

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Sentimentos são poemos
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Sentimentos são poemos escritos pelo coração.

Meu caderno de poemas Procuro um caderno de poemas... Com versos inventados,
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Meu caderno de poemas Procuro um caderno de poemas... Com versos inventados, De palavras sentidas, E outras não vividas. Um caderno cheio de ternura... Abraços, Sorrisos, Olhares , Loucuras. E muitos beijos roubados que a lembrança guardou. Nele há encontros, desencontros , Paixões Desabores. Amizades não esquecidas, Em meu caderno de poemas. Tem segredos que eu jamais posso contar... Saudades e desejos que até me fazem sonhar. Meu caderno de poemas, Não foi feito por mim. Apenas escrevi sentimentos que meu coração queria dizer. O caderno foi feito por Lígia. Uma poetisa de verdade, Pianista que utilizava as notas e os verbos para encantar a vida em muitos tons. Meu caderno de poemas.. Foi feito com delicadeza, Nele há tanta beleza de alguém que sabe amar! Foi o presente mais caro, O poema de amor mais raro, Que em nenhum momento a distância apagou. Penso que o perdi, Penso que dediquei aos poetas, Penso que foi larapiado, Penso ser só meu; Penso ser teu, Mas, bem sei que é nosso, Porém, o poema acontece... Acontece assim! Dentro, Fora, Longe ou perto de mim. Meu caderno vive, sempre na memória. Cada página é uma história. Cada rima uma canção. Do tempo de andar sozinho , E sussurrar baixinho, Cousas do meu coração. Paulo Shangio