Frase de Pandora Luna d' Montmartre
Você, mudou o tom da minha vida veio colorir mas, não sabia que gosto mesmo é do preto e branco
No pensador.ai desde
Você, mudou o tom da minha vida veio colorir mas, não sabia que gosto mesmo é do preto e branco
No pensador.ai desde
Sinta-se Nesta manhã, dentro dos textos que li, notei uma mensagem subliminar. Já que esses dias, venho ignorado os sonhos, tão fortemente, que nem lembro-me direito do que sonhara. Uma frase de Jung, me fez pensar. E sentir. Ler. Pensar. Sentir. "Sua visão se tornará clara som…
Sinta-se Nesta manhã, dentro dos textos que li, notei uma mensagem subliminar. Já que esses dias, venho ignorado os sonhos, tão fortemente, que nem lembro-me direito do que sonhara. Uma frase de Jung, me fez pensar. E sentir. Ler. Pensar. Sentir. "Sua visão se tornará clara somente quando você olhar para dentro do seu coração. Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta." Falei comigo, tentei ouvir-me. Sentir-me. O que eu quero? Do que preciso? Eu dizia e logo ouvia: - Precisa estar só, para entender. Enganei-me, achando que havia entendido, o que ouvira anteriormente. Desejei não falar com mais ninguém - pois tivera entendido que deveria estar só para entender - exclui umas redes sociais do meu celular. No facebook, deixei de seguir umas vinte pessoas, que fui escolhendo, de maneira como quem rotula. - Esse só fala de política, essa só manda indiretas. - Esse é brincalhão e não leva nada a sério. Pois procurara alguém que pudesse ensinar-me algo, que acrescentasse. Em seguida, dei-me conta de que, mais uma vez, começara errado. Não é assim. Não são as pessoas, nem as postagem que incomodam. Sou eu. O problema está bem aqui. Dentro de mim. Uma tristeza aproximou-se de mim. Viera se formando, como as ondas no mar. Lentamente, até chegar ao encontro e quebrar. Minha cabeça doía, como se tivera levado uma pancada. E tinha mesmo. Do momento, da vida, de mim. Logo um nó, também, brotara em minha garganta. Lá fora, garoando sutilmente. Aqui dentro, eu, carregada de uma forte tempestade. Do mesmo jeito que o céu, precisara eu, fazer o mesmo. Permiti que saísse. Então, chorei. As lágrimas, vagarosamente percorreram meu rosto. Imediatamente, peguei-me em balanço. Balançara lentamente, de um lado para o outro, pra lá e pra cá. Aconchegada no colo do vento. Sentia-me mais leve, porém, continuara sem entender o que eu dizia, do que precisava. Mas senti. Chorei. Deixei ir. - É isso! Sinta e deixe ir. - Desapegue.
A menina e o mundo Era uma vez uma menina que virou mulher. Ela morava em um mundo. E um mundo morava nela. Tinha mais fases que a própria lua. E não brilhava tanto como o sol. Seus sonhos eram muitos, assim como estrelas. Ela queria fazer o bem, queria ser feliz e bonita. Muito…
A menina e o mundo Era uma vez uma menina que virou mulher. Ela morava em um mundo. E um mundo morava nela. Tinha mais fases que a própria lua. E não brilhava tanto como o sol. Seus sonhos eram muitos, assim como estrelas. Ela queria fazer o bem, queria ser feliz e bonita. Muito bonita. Mais que bonita. Perfeita. Mas também queria ser feliz. E fazer o bem. Queria tudo ao mesmo tempo. Às vezes, quando sentia-se só, ouvia demais, pensava demais e enjoava. Enjoava disso tudo. Enjoava-se do mundo e seu mundo enjoava dela. Ambos insatisfeitos. Ela era diferente, mas não única. Seu maior problema era falta de atenção. Não compreendia e logo sentia inveja: a lua era menos complicada e o sol era um astro. Ela nunca chegaria a seus pés, mas talvez pudesse acostumar-se com a ideia. Não queria nadar em dólares, mas queria estar rodeada de pessoas. Pessoas intensas e interessantes. Muitas pessoas. Em uma só. Muitas vezes, chateava-se, pensando o quão vazia seria, ou o quão vazia a viam. Ela então, abandonou seus calçados e foi andar descalça pelo mundo, para sentir as energias que o chão do mundo transmite. Novamente, pegou-se com inveja. Desta vez do mundo. Ela que se importa com o que ele transmite, gostaria também que fosse assim consigo. Que aparecesse alguém, de preferência um estranho, que se interessasse sobre as energias que ela transmite, com um toque ou um olhar. Continuou a andar e deu-se conta de que segurava uma florzinha entre seus dedos. E que também tinha beijado suas delicadas e frágeis pétalas. De novo, inveja. Era um de seus sonhos, ser encontrada e beijada com tanta ternura. Sentir amor, mesmo de um estranho. Que na verdade, não seria um estranho. Seria de alguém que ama. E quem ama, nunca é estranho. A menina que andava descalça pelo mundo para achar respostas, finalmente as encontrou. A lua que era linda e bem menos complicada que ela, por mais admirada que fosse, morava longe. O sol, o tão incrível astro que muitos idolatram, também vivia longe. Foi então que percebeu, que mesmo não sendo tão amada e tão famosa, ela era livre e podia ficar perto de quem quisesse. E que talvez um dia, fosse minimamente conhecida. Por ser a estranha que ama as coisas, que enxerga as almas e que toca o coração. A estranha que livra-se de seus calçados e colore o mundo com o toque de seus pés. Que conversa com o tempo e chama o vento para que espalhe o amor por aí...
Depois das duas Hoje, você foi dormir sem se despedir. Sem nossa longa e intensa conversa de madrugada. Me sinto como uma criança solitária, que gosta de histórias para dormir. Mas que contenta-se com um "boa noite" e um beijo na testa, para então finalmente dormir em paz. Agor…
Depois das duas Hoje, você foi dormir sem se despedir. Sem nossa longa e intensa conversa de madrugada. Me sinto como uma criança solitária, que gosta de histórias para dormir. Mas que contenta-se com um "boa noite" e um beijo na testa, para então finalmente dormir em paz. Agora, estou prestes à ir dormir, dolorida. E a culpa, é toda sua.
Metamorfose Ouvi um trem à distância às 4 horas da manhã
Metamorfose Ouvi um trem à distância às 4 horas da manhã o dia realmente começara diferente pois ali, não havia trem muito menos Maria Fumaça e nem mesmo dia, ainda era madrugada Silhuetas das estátuas à frente do sol formando bela fotografia contraluz meus olhos pela primeira vez acompanharam pássaros negros em câmera lenta Na serra a natureza dizia, seja bem-vinda bosque-se busque-se e encontre-se. O verde estava sereno e pálido como quem sofre calado e a vida é bela outra vez é como se, a melhor música ecoasse na imensidão do céu distribuindo toda magia musical nas caixas acústicas de nuvens