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Frase de Lucas S. Santos

Escrevo pras paredes, pro ar que respiro, não dependo de algo ou alguém pra me expressar. Escrevo porque escrever é amar, assim como dançar ou cantar. Escrever é dizer aquilo q se sente, a arte de um poeta, mas não necessariamente amar. Ser poeta não é amar, ser poeta, é escrever sobre aquilo que pensa-se ser o amor, pois ninguém nessa vida o desvendou...

Lucas S. Santos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Lucas S. Santos

⁠A verdadeira inovação não é apenas sobre criar tecnologia, mas também sobre garantir que a inteligência artificial beneficie a humanidade como um todo.
Olhe dentro dos meus olhos, e me diga o que vê. Sonhos? Um completo vazio? Ou a
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Olhe dentro dos meus olhos, e me diga o que vê. Sonhos? Um completo vazio? Ou a esperança de um feliz alvorecer? Se um dia puder eu ser, aquele que a felicidade a sua vida pode trazer, não me esconda, não fuja, me conte seus sonhos e divida sua felicidade comigo. Seja o meu porto seguro, seja a fonte de minha força, a vontade pra nessa vida vencer. Minha dor eu devo esquecer, o que passou passou, quero apenas seguir, poder livre pensar e sorrir, quando em minha mente sua imagem surgir.

Acho que já aprendi o suficiente, simplesmente por lutar contra o destino.
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Acho que já aprendi o suficiente, simplesmente por lutar contra o destino. Há quem acredite, há quem dele duvide, não sei se é esse o nome, não sei se tem endereço, mas tudo que me trouxe até hoje finalmente percebo, que foi só o que mereço. Vou olhar pra frente e isso somente, do passado, levo apenas a sabedoria adquirida, e nesse caminho de apenas ida, sigo , onde todos tem que sentir a dor da partida, da perda, triste história chamada, vida.

Sozinho em uma multidão, amarga e sem compaixão é a vida, solidão, a sina dos que somente não da vida recebem. O triste saber, do querer e não poder, do ser e não parecer, amanhã ou agora, a hora, o minuto, eu disputo todos os dias pelo breve amanhã, e somente nisso não estou só…
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Sozinho em uma multidão, amarga e sem compaixão é a vida, solidão, a sina dos que somente não da vida recebem. O triste saber, do querer e não poder, do ser e não parecer, amanhã ou agora, a hora, o minuto, eu disputo todos os dias pelo breve amanhã, e somente nisso não estou só. Do pó vim, pro pó voltarei, e tirando uma ou duas exceções, nada mais serei, senão uma memória, pó de estrela, daquelas que nunca brilhou, apenas sonhou, mas nada além de um sonho impossível alcançou.