Frase de Capituday
O amor está na boca de muitos, mas no coração de poucos.
No pensador.ai desde
O amor está na boca de muitos, mas no coração de poucos.
No pensador.ai desde
Das decepções da vida só herdamos três coisas, o cinismo de fingir acreditar "não acreditando" da próxima vez que acontecer; a força, para aguentar firme e sair disso tudo ainda mais forte e a perseverança de que tudo seja resolvido com o tempo, lá fora e aqui dentro. Equalizando…
Das decepções da vida só herdamos três coisas, o cinismo de fingir acreditar "não acreditando" da próxima vez que acontecer; a força, para aguentar firme e sair disso tudo ainda mais forte e a perseverança de que tudo seja resolvido com o tempo, lá fora e aqui dentro. Equalizando em paz, mente, alma e coração.
Aos poucos engolia a dor como se fosse o pó do amargo café… Estava ali, em todos os lugares diluída em lembranças, cheiros, fotografias. E de repente, ela fechava os olhos e sentia à chuva lá fora e aqui dentro escoando pelos olhos
Ainda estamos em tempos coloniais... Submissos ao trabalho escravo, em busca da alforria capitalista, embora quanto mais se tenha mais se queira possuir... Ah, essa maldita agulha hipodérmica! Estamos em eterna travessia do navio negreiro, alienados e vivendo de caridade dos sof…
Ainda estamos em tempos coloniais... Submissos ao trabalho escravo, em busca da alforria capitalista, embora quanto mais se tenha mais se queira possuir... Ah, essa maldita agulha hipodérmica! Estamos em eterna travessia do navio negreiro, alienados e vivendo de caridade dos sofistas... Em uma caverna dando às costas para a saída. Somos zumbis modernos conectados por fios, que nos modelam e configuram, sem chance de falar, sem vontade própria e à base de chicotadas.Esse som é denominado censura.
Os contrastes sociais são responsáveis por tantas desigualdades raciais, étnicas e interculturais. Mesmo em tempos pós-emancipação quem tem muita melanina, na maioria das vezes, é olhado de canto, é temido. Julgado e culpado. Prostrado à marginalização e banalidade. Jogado à sort…
Os contrastes sociais são responsáveis por tantas desigualdades raciais, étnicas e interculturais. Mesmo em tempos pós-emancipação quem tem muita melanina, na maioria das vezes, é olhado de canto, é temido. Julgado e culpado. Prostrado à marginalização e banalidade. Jogado à sorte do destino. É triste ver que muitos são obrigados a sobreviver com pouca coisa, enquanto poucos riem e fazem de tudo um circo, vivendo bem e muito bem, "com muitas coisas".