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Frase de Jaqueline Mélo

⁠Ela é esse tipo de pessoa que chega de mansinho, com seu jeito delicado e meigo. Expõe sua opinião sem se impor ao outro e tem conselhos que sempre consideram as melhores intenções dos outros. Bondosa, alegre, divertida, carinhosa, esforçada, determinada, forte. Um mulherão! Essas são características da minha amiga. Amiga que sempre está presente para mim e eu para ela. É assim que uma amizade deve ser, não é? Uma troca de sentimentos que fortalecem a alma e aquecem o coração por todo amor e carinho compartilhados. Sim, eu tenho as melhores amigas. Obrigada pelos momentos vividos, querida amiga.

Jaqueline Mélo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pare de olhar Pare de olhar com esse olhar tão incomum, tão indiferente daquilo que era a gente.
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Pare de olhar Pare de olhar com esse olhar tão incomum, tão indiferente daquilo que era a gente. Pare de olhar, com esse arrependimento. Se eu, que sou eu, já nem mais me lamento. Garoto, pare de olhar, o tempo não irá voltar. Fez tudo o que fez, sem obrigação alguma. Não foi jogo, não foi sorte nenhuma. Tomou a decisão certa. Agora estou aqui, de porta e janela aberta, Não guardo nada, nenhuma lembrança tua em minha mente. Estou aqui, esperando o amor bater novamente, Se é que me restou algum, Comparado ao que eu era, me sinto incomum. Você veio e ficou. Você ficou e passou. Passou. E foi só isso. Ainda bem. Já não guardo mágoa, nem rancor. Não guardo nada. Nem lembro qual o teu sabor. A cor do teu cabelo... Você veio pra estragar tudo. Veio pra apagar meu brilho. Agora, estou oscilando. Sofrendo, continuarei cantando. Andando. Correndo. Pra onde o vento levar. Seguirei sem rumo, Assim mesmo, Sou desse jeito, feita de defeito. Vivendo apenas o hoje, com a certeza de que o amanhã pode nem aparecer. Temos que viver o hoje, e o passado, esquecer.

O primeiro dez de dezembro. E hoje faz um ano. Um ano daquele dia.
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O primeiro dez de dezembro. E hoje faz um ano. Um ano daquele dia. Um ano que eu não esqueço, O que esquecer eu devia. Faz um ano que troquei de livro, Já que virar a página foi impossível. Hoje faz um ano. Sem o ser. Sem o ter. Sem o ver. Sem saber, O porquê do destino. As cores da tela da minha vida já foram diferentes. Foram preta e branca. Nós também éramos diferentes. Talvez eu compreenda que o destino quis assim. Compreender e aceitar. Verbos diferentes. Éramos diferentes. Já passei uns quatro anos te escrevendo. Meus versos eram feitos de você. Agora as mágoas acumuladas, Só revelam que nem mais na poesia eu consigo te escrever. Eu só quero dormir tranquila, com aquelas mesmas estrelas coladas no teto do meu quarto. Eu só quero dormir tranquila. Não consigo te escrever, Que dirá esquecer.