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Frase de Rodrigo Pinheiro de Faria

Bela como a flor... Bailo com você em meus sonhos Encantado sem perceber onde estou Longe demais da realidade para perceber Amando desesperadamente... Cego pelo amor que por tanto esperei O amor que me ergueu a cada manhã Movido pelo fato de te querer demais Ouvir você dentro dos meus lindos sonhos da noite Nunca pensei que pudesse acontecer Um único momento depois de acordar Nessa fantasia de te amar sem nem mesmo te conhecer Cheio de tanta irrealidade A minha alma transborda Para sempre é o que acredito durar Esse sonho perfeito dado por Deus Negativa da falta de Esperança Sensação clara do ser bem sucedido Entre tantos milhares de sonhadores Isto é de verdade um milagre... Encontrar você... A flor mais bela do meu jardim...

Rodrigo Pinheiro de Faria

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rodrigo Pinheiro de Faria

Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fra…
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Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fraquejou-se o valente. Derrotado nas viris convicções, foi-se o jovem moribundo, levado pelas lágrimas de tão breve e dorido momento. O verde da bandeira acena do alto do céu azul da terra amada, olha-se entre lágrimas o passado desvairado de possibilidades falidas. Onde estará sua alegria ante o pavor dos matagais, pois ao perpassar da ventania quebram-se os rijos vegetais. O agasalhar da bandeira aqueceu-me por pouco, mas os falíveis pensamentos mortais levaram-me a idiotia. A camisa suada de sangue, os olhos delatados pela noite, a busca incessante e frustrante, rendia-se a dor do descanso, a labuta reiniciava-se em poucos instantes. Parece renascer o sofrimento, pois o solo me daria o sustento. Dele reviraria a vida, e as gotículas de esperança nasceria. Mas valei-me Deus de labutas constantes, da triste história do trabalhador brasileiro, desmerecido entre as estrelas da bandeira, no estrelado azul cintilante anil. Se vê entre tão tristes lembranças a esperança de que um mero dia que seja, nasceria em breve e refrescante manhã, o som do sorriso ao realizar o tão belo desígnio de ter alcançado o almejado. Quem sabe nessa mera lembrança, a pobre lápide, o desejo intenso da mudança e descubra na breve sensação de conquista, a fé desguarnecida, ferida e lançada à plebe de falidos e vencidos desejos frustrados. Venceria neste breve soneto, nos lábios de anjos tão puros, a vida, por mais simples que seja no apego ao futuro. Logo, bem logo diria, o som da chuva anuncia que a sede vencida seria. Nas necessidades atribuladas na intensa invernada, cabal palavras de desapego no aconchego de uma vida tão jovem desfavorecida. Tão breve seria o momento do tempo, em que a poeira levada a ação, encontrasse no chão o destino infeliz. Teria a força da conquista nas mãos e diria a quem me diz que venci e o desemprego ao desapego de tão somente e frágil solidão, acalantaria a vitória as mãos. Quando Deus diz sim, o que diremos nós? ... E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Sejamos felizes com o Propósito de Deus em nossas vidas.

Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos
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Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos A duvida Que consegue mentir e enganar O inicio de todos os medos A raiz de todas os males Queremos Mas não podemos Acontece Mas não podemos mudar Às vezes mudamos Mas o passado não A incerteza nos culpa É quase por acaso que tudo começa A angustia A insuficiência de não mudar as circunstancias O tempo O atributo da inconsistência A verdade Mais forte que a realidade Tão fraca quanto os segundos... É difícil mudar o que somos O que temos O que desejamos O que sentimos no mais profundo do âmago... O ofuscante brilho nos olhos da morte Irrevogável Como o grito da criança que acaba de nascer Todos sujeitos ao medo do desconhecido O futuro Sem forma e vazio No qual o espírito paira como que na face das águas O qual falta a essência do nosso ser para preencher...

Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar
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Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar Aonde os sonhos jamais me levarão Onde o coração jamais baterá Onde a brisa leve nunca tocará meu rosto O cheiro do tempo Mesmo que próximo Jamais chegarei... Nos olhos de meu anjo... Vejo o que jamais serei, o que levarei pela eternidade A lembrança de seu sorriso O bater de seu coração, perto ou longe de nós dois... No nosso amor... Nos olhos de meu anjo.