Frase de Ianka Monteiro
Vivendo uma vida de fantoche, preso aos fios da vontade de alguém. Minhas escolhas não me pertencem, temo ser vista como a vilã também. Canso de lutar contra o invisível, às vezes só respiro pra não desabar. A dor no peito é um nó constante, aperta, insiste não quer soltar. Cercada de vozes, risos, presenças, e mesmo assim, um vazio sem fim. Finjo amar a solitude que me cerca, mas o que habita em mim é solidão, enfim. Carrego feridas que ninguém nota, sangram em silêncio, discretas, fiéis. Não matam, mas doem como cortes na alma, lembrando o quanto ainda sou frágil e real. Há dias em que sorrio, inteira, viva, em outros, sou só sombra e saudade. Dói ver o espelho refletir um eco, sem ninguém em quem confiar de verdade. No fundo, o que mais desejo é simples: ter as rédeas do meu próprio ser, calar o caos, tocar a paze finalmente... viver.
No pensador.ai desde