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Frase de Guilherme Campos

Quantos monstros imaginários foram arquivados nos subsolos da sua mente furtando seu prazer de viver e dilacerando seus sonhos? Todos temos monstros escondidos por detrás da nossa gentileza e serenidade. A maneira como enfrentamos as rejeições,decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos críticas e crises profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. Alguns momentos geraram conflitos que mudaram nossas vidas, ainda que não percebamos. Algumas pessoas não se levantaram mais depois de certas derrotas. Outras nunca mais tiveram coragem de olhar para o horizonte com esperança depois de suas perdas. Pessoas sensíveis foram encarceradas pela culpa, tornaram-se reféns do seu passado depois de cometerem certas falhas. A culpa as asfixiou. Alguns jovens extrovertidos perderam para sempre sua autoestima depois que foram humilhados publicamente. Outros perderam a primavera da vida porque foram rejeitados por seus defeitos fisicos ou por não terem um corpo segundo o padrão doentio de beleza ditado pela mídia. Alguns adultos nunca mais se levantaram depois de atravessar uma grave crise financeira. Mulheres e homens perderam o romantismo depois de fracassarem em seus relacionamentos afetivos, após terem sido traídos, incompreendidos, feridos ou não amados. Filhos perderam a vivacidade nos olhos depois que um dos pais fechou os olhos para a existência. Sentiram-se sós no meio da multidão. Crianças perderam sua ingenuidade depois da separação traumática dos pais. Foram vítimas inocentes de uma guerra que nunca entenderam. Trocaram as brincadeiras pelo choro oculto e cálido. A complexidade da mente humana nos faz transformar uma borboleta num dinossauro, uma decepção num desastre emocional, um ambiente fechado num cubículo sem ar, um sintoma fisico num prenúncio da morte, um fracasso num objeto de vergonha. Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculta. Não podemos nunca esquecer que os sonhos, a motivação, o desejo de ser livre nos ajudam a superar esses monstros, vencê-Ios e utilizá-Ios como servos da nossa inteligência. Não tenha medo da dor, tenha medo de não enfrentá- Ia, criticá-Ia, usá-Ia (Foucault, 1998).

Guilherme Campos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Que eu possa olhar nos teus olhos e dizer, que ninguém precisa de mim pra viver. E talvez você consiga falar o que sempre quis, que não depende de ninguém pra ser feliz. Mas se um dia eu conseguir segurar a sua mão, talvez lhe provarei que nada será em vão. E se por acaso de tudo isso você esquecer, eu te lembrarei e te farei viver.

As palavras dizem o que demonstra a fé, naquela brisa fina e fria do amanhecer, com uma caneta a mão e uma xícara de café,
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As palavras dizem o que demonstra a fé, naquela brisa fina e fria do amanhecer, com uma caneta a mão e uma xícara de café, procurando o que escrever, sobre o que é viver. Quase sempre tenho um turbilhão em mente, a pequena brisa se transforma em ventania, dentro de mim sou intruso, incoerente, gelado pela ousadia infinda, sem harmonia. Cinzento esse dia dominado pelo vento, nos desvaire além do pensamento interno, me leva a um frio imponente, violento. Mas até diante de assombroso inverno, boas atitudes não perecem com o tempo, marcam vidas, me faz eterno.

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De repente paro por um breve instante, enxergo algo por demasiada clareza, nada me retira essa visão delirante, alucinação talvez, já não tenho certeza. Constantemente isso retoma minha lucidez, da apoteose dos sonhos, já não sei mais nada, e a imagem tão bela, que me repete outra vez, distancia de mim por não ser tão contemplada. Eu lhe espero, fecho os olho pra enxergar, mas nada de tão belo me retorna a visão, impossibilitado, tento fazer o tempo voltar. Sem resultados, não sinto nada, nada não, mas o tempo me surpreende, não vou contar, só lhe direi: Imagem tão bela, me tire do chão.

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Angustiante é te ver assim, por decepções entristecida. Com esperança pra dizer enfim, que a vida ainda não foi vivida. Mas o teu semblante sem mistério revela, uma saudade reprimida. Em tua mente sua consciência martela, por uma lembrança ainda não esquecida. E pela força esplêndida da expressão, com personalidade ainda não perdida. Digo que por você estendo a minha mão, e dou a minha vida.