Frase de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
Vozes descartáveis Numa explosão de sentimentos bons Aflora nas manhãs de cada aurora Apraz vontade de calar o barulho Tóxico, irritante e peçonhento Nocivo que causa eco de Arrogância e hipocrisia Simples como apertar uma Tecla delete da indiferença Viver com intensidade a primavera De luzes policromas, irradiantes O sepulcro do silêncio vale mais Que o barulho dos cabotinos O tempo se incumbe de sepultar Vozes narcisistas, pavões de época Apagar horrores alarmantes Tudo isso acontecendo nos umbrais Do podre poder que se agiganta No âmago de algozes atores Que se multiplicam nas fendas Homiziadas em suntuosos castelos De areias e concussões Entorpecentes de mentes sadias Abjetos, destruidores de carreiras Entrementes, o tempo é cura Milagrosa e asséptica dos Males que nunca se perpetuam Eis que a força Divina se Apresenta como escudo de Repressão do mal, sempre fugaz E efêmero de um tempo De deletar o simplório Ser feliz com o cancelamento Sumário, peremptório e inexorável Do barulho ensurdecedor que Irradia como ondas que se Perdem no firmamento Emergindo o enigmático Sonho de lirismo poético Do menestrel do Vale do Mucuri
Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
No pensador.ai desde