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Frase de Tiago Amaral

O que será do planeta terra daqui a mil anos, restará ao homem a sua total entrega a bestialidade. O retardamento intelectual do homem tem aumentado ao longo dos últimos anos. Como sendo uma das principais armas do máximo cultural. E com isso vemos a descida do homem para o nível mais primitivo ou animalesco. A onde o único papel da sua cruel e mísera existência se resumi a: nascer, comer, crescer, acasalar ou meter, envelhecer e por fim morrer. O homem esqueceu ou foi afastado da sua divindade interior, esqueceu da sua origem divina. Niet afirma que o homem era uma corda entre o animal e o super-homem, mas hoje o homem passou a ser a corda entre a mosca e a besta. A mosca a criatura que se alimentar de dejeto, escarros, pus, produto de origem animal ou vegetal em decomposição. Ou seja, ao homem a ser a mosca a se alimentar de tudo aquilo que é de péssima qualidade, desprovido de algum valor intelectual, artístico ou poético. Ou então o outro extremo, o da besta, o homem na sua total entrega a bestialidade, a total animalidade do homem. Ou seja, o homem já bestializado, não mais um ser provido de sentimentos humanos e inquebráveis. Mas um ser a enxergar o seu semelhante como um mero pedaço de carne, incerto de sentimentos. Cujo o único papel da sua existência do outro é para sua mera satisfação sexual animal. Então pode ser que no futuro restarás um brilho de centelha divina a despertar na consciência da humanidade. E o homem então encontrará novamente a sua origem divina e espiritual. E isso trará paz, equilíbrio e respeito entre as polaridades yin yang, e o amor florescera por toda terra.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.