Frase de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
O Canto da Justiça e da Paz Ainda estou aqui, altivo e forte, Erguendo a voz contra a vil tirania, Que rouba os sonhos, decreta a morte, E veste a sombra de hipocrisia. Caminho erguido sob os escombros Da vil maldade que o mundo assola, Mas minha fé, que resiste aos tombos, Ergue-se firme, brada e decola. Venho em combate à infame inveja, Que entorpece a alma e corrompe a essência, Rasgo seus laços, que são uma teia, Frágil muralha da inconsciência. Odeio a guerra, destruo o ódio, Planto no solo a fraternidade, Se o mundo jaz num campo insólito, Faço do amor minha liberdade. Rejeito a fome que assola os fracos, O mando insano que oprime o povo, Derrubo as torres dos vis opacos, Que se nutrem de sangue e choro. Honro os poetas, os bons artistas, Que cantam versos de amor e glória, São eles faróis, são luzes místicas, Que eternizam sua memória. Não quero tronos, nem falsos deuses, Nem bebo o néctar da vaidade, Minha batalha, feroz, não cessa: Ergo bandeiras pela verdade! Ainda estou aqui, e sempre estarei, Enquanto houver gritos de dor no vento, Serei a voz que jamais calei, Semeador do bom sentimento.
Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
No pensador.ai desde