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Frase de Lucas Strochinski

Frag-men-to. fragmentos de uma memória sem nome dedico a todas as memórias sem nome histórias acumuladas e algumas entrelaçadas momentos de alegria, tristeza e raiva dedico a todas as memórias já abandonadas que para alguém ainda perpassa com aquele calorzinho ao recordá-las mantendo vivo o que muito não se fala dedico a todas as pessoas passadas por nossas vidas que de alguma forma mudaram nossa rota, nosso estilo, nossa nota melhoraram ou pioraram o que vai e volta dedico a todas as cartas sem rota escritas em madrugadas de insônia ou prosa… algumas com profunda paixão aquela chama que fazia juras e serenatas, algumas no colchão… dedico a todas as namoradas… e às amigas também a saudade que bate no peito e diz: que saudade, meu bem aquelas conversas de quintal, aquele cantor nada afinado cantando com um enorme astral, quase arrebentando as cordas… do varal dedico a todos esses fragmentos, belos e medonhos contos de uma época de muitos outros contos alguns até bonitos, mas outros… ah, nem te conto desejo a você que valorize até esses desencontros perdidos em verso, perdidos em pontos mas vivos em algum fragmento com alguém ou algum encontro

Lucas Strochinski

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Pensador.com

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Reanimei sem querer (e agora, faz o quê?) Lendo um poema antigo, olha só no que deu...
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Reanimei sem querer (e agora, faz o quê?) Lendo um poema antigo, olha só no que deu... Reacendi uma chama, que nem sabia que era meu! Vi sua foto outro dia, deu até um arrepio... Tá mais linda que antes, e eu aqui... meio vazio. Ôôôô, e agora, faz o quê? Se meu coração danado só pensa em você? Ôôôô, o tempo foi, mas não levou... Aquele moleque bobo que te amou! Me diz, ainda dá risada do jeito que eu falava? Ainda vira o rosto quando alguém te elogiava? Se eu te puxasse pra dança, será que ia lembrar? Ou será que dois passos já iam te tropeçar? Ôôôô, e agora, faz o quê? Se meu coração danado só pensa em você? Ôôôô, o tempo foi, mas não levou... Aquele moleque bobo que te amou! Se quiser me chamar, tô por aqui, sem pressa... Mas se for me chamar, chama logo... antes que eu peça!

Título: Estrupício. Revirei memórias, fucei no passado, Lembrei de um amor... meio atrapalhado.
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Título: Estrupício. Revirei memórias, fucei no passado, Lembrei de um amor... meio atrapalhado. Na escola, inocente, bobo e sonhador, Mas já carregava o dom do pavor. Ela me olhava com brilho no olhar, E um belo apelido vinha me dar. "Meu anjo", "meu doce", seria? Quem disse! Com todo carinho, me chamou de Estrupício. Que sorte a minha, um nome de classe, Soava elegante... mas só na audácia. E eu, orgulhoso, sorria safado, Mal sabia que era um xingado disfarçado. E assim se passou meu primeiro carinho, Com tapas, insultos e um certo jeitinho. Se amor é isso, estranho que sou, Talvez Estrupício... seja quem amou!

⁠Título: Felicidade Verdadeira. Triste por fora, feliz por dentro.
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⁠Título: Felicidade Verdadeira. Triste por fora, feliz por dentro. Enganando todos, a todos momentos. Pois felicidade é melhor vivida, do que aparentada, falsificada ou ilusionada. Para viver e amar não precisa de fotos na internet, apenas um coração, grudado igual chiclete. Uma boa companhia, uma pessoa completa, só sua, de mais ninguém. Guardada apenas no momento, para relembrar quando se veem.

⁠Título: Escrevi à mão. A menina mais linda, o olhar encantado, Mas meu coração? Andava parado.
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⁠Título: Escrevi à mão. A menina mais linda, o olhar encantado, Mas meu coração? Andava parado. Até que um dia, sem me segurar, Falei pro amigo: "A olho sem parar..." Ele riu na hora, nem quis escutar: "Isso é paixão, não dá pra negar!" "Que nada, rapaz! Deixa de inventar!" Mas ele insistiu, rindo sem dó, "Se gosta, confessa! Não seja um bocó!" Coragem? Passei bem longe então... Só me restou escrever à mão. "Serás minha? Sim ou não?" Dobrei o papel, tentei disfarçar, Deixei na mesa, saí sem olhar. Mas quando vi, lá estava o "sim", O mundo girou, quase teve um fim! Fiquei tão bobo, nem sei explicar, Só quis gritar e sair pra dançar! E hoje eu rio, lembrando então, Da minha primeira grande lição: Que às vezes o medo atrasa a paixão, Mas tudo se resolve num bilhete à mão!